Música para o trimestre do TMG

Os próximos três meses no TMG prometem ser de muita música e animação, com o Carnaval pelo meio!

Hoje vamos falar acerca da programação que o TMG – Teatro Municipal da Guarda tem prevista para este primeiro trimestre de 2017, com o foco principal na Música.

 

Shout de Carlos Canhoto, 20 de Janeiro, Pequeno Auditório

O Bilhete custa 5€ e trata-se de um concerto onde Carlos Canhoto irá apresentar o seu mais recente disco.

 

Criatura, 21 de Janeiro, Grande Auditório

Após um 2016 marcado pelo lançamento do seu primeiro disco, a Criatura fez chegar a “Aurora” de norte a sul do país e acabou a abrir o palco do  castelo de Sines numa enchente tão épica quanto a própria música. Um espetáculo ideal para unir gerações, partilhar com toda a família, mas que antes, convida cada um a revisitar-se profundamente. O bilhete custa 5€.

 

Gala dos 40 Anos do Poder Local, 27 Janeiro, Grande Auditório

A Gala de homenagem aos autarcas e funcionários da freguesia é também um convite a todas as pessoas que na freguesia são vivos testemunhos da obra, mais ou menos, conseguida com a democracia local. O programa é uma surpresa, mas o grupo musical guardense Trivenção é uma certeza. A entrada é livre.

 

Segue-me à Capela, 28 Janeiro, Pequeno Auditório

Segue-me à Capela é um coletivo de sete mulheres que trabalha a música  tradicional portuguesa. O grupo existe desde 1999, realizou inúmeros  concertos em Portugal e no estrangeiro, colaborou com vários artistas, designadamente em discos e concertos, tendo editado em 2004 o seu primeiro disco e, no final de 2015, o disco-livro San’Joanices,  Paganices e Outras Coisas de Mulher. O bilhete custa 5€.

 

A Marafona, 3 de Fevereiro, Café Concerto

O concerto d’A Marafona é um mundo de sensações, com diversos ambientes musicais interligados. A impressão é que tem princípio, meio e fim, como se fosse um concerto contado. A entrada é livre.

 

Kanamalu, Kimi Djabaté, 9 de Fevereiro, Café Concerto

Kimi Djabaté nasceu a 25 de janeiro de 1975 em Tabato, Guiné-Bissau e é certamente um dos melhores performers da world music/afro-latina. Incentivado pelos pais e tio, desde muito jovem, Kimi Djabaté depressa se tornou um fenómeno com excelente formação em música tradicional mandinga.

Mas o interesse de Kimi estendeu-se a outros géneros de música popular africana, tais como Gumbé, afrobeat nigeriano, morna de Cabo Verde, sem deixar de lado também o jazz ocidental e os blues, que muito influenciaram a sua música.

 

19ª Gala Spal – A nossa seleção de pilotos, Prós & Contras, 11 de Fevereiro,  Grande Auditório

O quarteto de covers da Guarda com dezoito anos de estrada apresenta-se revigorado e com um reportório repleto de hits, lembrando nomes como Rui Veloso, Jorge Palma, James Brown, Pink floyd, The Police, Stevie Wonder ou Jafumega. A sonoridade funk-rock é atual e cativante, convidando a um ambiente de descontração e boa disposição com temas que perduram no tempo. No decorrer do espetáculo, que conta com a participação especial do grupo Hereditas – Investigação e Divulgação do Património, serão entregues os trofeus da 19ª Gala SPAL. A entrada custa 4€.

Quarteto Rodrigo Amado, 3 de Março, Pequeno Auditório

Recentemente nomeado pela prestigiada El Intruso International Critics Poll como um dos cinco melhores saxofonistas tenor em atividade, ao lado de Evan Parker, Joe Lovano, Jon Irabagon e Ingrid Laubrock, Rodrigo Amado regressa ao TMG com um dos seus projetos mais emblemáticos – o quarteto que mantém com Joe McPhee, Kent Kessler e Chris Corsano.

Um quarteto que foi descrito como tendo “a mesma química clarividente de grupos clássicos como o de Ornette Coleman, resumindo e desenvolvendo aquilo que foi alcançado no jazz ao longo de mais de 50 anos”. Objeto de inúmeras recenções críticas, um pouco por todo o mundo, o disco surgiu nas listas de melhores do ano de publicações como Burning Ambulance, The Quietus, NPR Jazz Poll, Perfect Sounds, entre muitos outros, tendo sido eleito melhor disco do ano no site The Free Jazz Collective. O bilhete custa 5€.

 

I Concurso Nacional de Interpretação Contemporânea, Síntese – Ciclo de Música Contemporânea da Guarda, 5 e Março, Pequeno Auditório

O I Concurso Nacional de Interpretação Contemporânea (CNIC) é destinado a alunos que se encontrem a frequentar o 3º Ciclo e Secundário das escolas de ensino especializado de música ou escolas profissionais de todo o país. É o primeiro concurso do género, aberto a todos os instrumentos, e onde se destaca a presença de várias estéticas musicais, de vanguarda e de rutura com a tradição. Pretende-se que seja, igualmente, um estímulo à utilização de reportório contemporâneo em todos os instrumentos, nas escolas de ensino artístico de todo o país.

 

António Zambujo, 10 de Março, Grande Auditório

“Até Pensei que Fosse Minha” é o novo disco de António Zambujo. O álbum do músico português, lançado em Outubro de 2016, inclui 16 temas do vasto reportório de Chico Buarque, entre eles estão algumas das canções mais emblemáticas do percurso de Chico Buarque, como ‘Cálice’, ‘Valsinha’, ‘João e Maria’, ‘Tanto Mar’ ou ‘Geni e o Zepelim’. O novo trabalho incluiu até a participação do próprio Chico Buarque que gravou com Zambujo uma versão da canção “Joana Francesa”.

Este é o oitavo álbum de António Zambujo, que editou pela primeira vez em 2002 – “O mesmo fado”. O Bilhete custa 10€.

 

16º Oppidana, 11 de Março, Grande Auditório

Esta será a 16ª edição deste festival, que desde 2005 se realiza no Teatro Municipal da Guarda. A Copituna D’Oppidana volta a ser a tuna anfitriã do evento. Os estudantes vão dar o seu melhor para encantar a assistência e convencerem o júri das suas qualidades musicais e artísticas. A festa dos estudantes volta ao Grande Auditório do TMG para uma longa noite de animação.

 

Bairro Populo, 16 de Março, Café Concerto

Depois de mais de 600 concertos, desde 2008, por diversos países da Europa e noutros continentes, Barrio Populo em Outubro de 2016 edita o terceiro disco e prepara-se para se estrear em Portugal.

São 11 pessoas, mais de 600 concertos e dois discos muito bem acolhidos pela crítica. O terceiro álbum, “Géographie du Hasard”, editado em Outubro de 2016, foi preparado de uma forma mais relaxada. É um álbum que tem uma sonoridade verdadeira. Barrio Populo é a energia do rock e a sensibilidade da canção francesa.

 

Kalakan feat. Luís Peixoto, 23 de Março, Café Concerto

Dos currículos de Luis Peixoto e dos Kalakan (banda do País Basco), saltam à vista as inúmeras colaborações e participações com diversos Artistas, assim não é de espantar que estejam juntos, sabendo do ADN dos Músicos envolvidos mais tarde ou mais cedo aconteceria este encontro. Ainda bem que é agora, temos a possibilidade de assistir ao nascimento. O resultado desta colaboração, só pode ser mais uma viajem daquelas que queremos guardar as fotos em papel para fixar na nossa memória e não mais esquecer.

 

 

 

 

 

 

 

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