Conheça as outras Histórias dos Deolinda

Quem disse que a música tradicional portuguesa não pode ser adaptada às exigências e evolução do mundo moderno?

A prova viva está nos álbuns dos Deolinda, uma banda que arrebatou os portugueses e à qual se é impossível ficar indiferente.

São ritmos portugueses com letras que contagiam os ouvintes e a sua legião de fãs pode atestar a sua qualidade.

Os Deolinda são uma lufada de ar fresco, uma poesia ao que é ser-se português. As suas letras atingem-nos a todos e refletem a nossa alma e condição neste mundo.

Uma sátira cheia de recados aliada a ritmos inspirados na cultura popular revisitada e atualizada, sendo perfeita para os anos que vivemos.

Ao ouvirmos os seus álbuns, dedicando algum tempo para as suas letras, ricas em significados, percebemos que não são uma banda qualquer, são o exemplo do que a música popular pode ser – afinal não há um fim anunciado – testando os seus limites e, atendendo às bandas que surgiram na mesma altura e à evolução a que obrigaram outras bandas fazerem, o futuro deverá ser promissor.

Surgiram em 2008 com o álbum Canção ao Lado e conquistaram o público Português de uma só vez.

Sem mais nem porquês, porque a sua qualidade foi logo ali comprovada com uma “Mal por mal” e um “Fon-Fon-Fon” que não saia das cabeças e das bocas de quem as ouvia num “Movimento perpétuo associativo”.

Com “Dois Selos e um Carimbo” comprovam que a fasquia ainda podia ser elevada e que não eram uma “one time hit band”, e “Um contra o outro” encheu as rádios nacionais e “Passou por mim e sorriu” arrebatou os fãs em 2010. O ano seguinte fica marcado pelo álbum ao Vivo no Coliseu dos Recreios e 2013 trouxe à luz do dia o álbum “Mundo Pequenino” que consolidava a qualidade dos Deolinda e “Seja agora” foi a música do verão.

Surgem agora com uma “Corzinha de verão” em jeito de queixume tão típico dos portugueses num álbum que conta “Outras Histórias”, e que histórias! O nosso convite é que as vá ouvir no Teatro Municipal da Guarda no dia 27 de maio e ateste, por você mesmo, se a qualidade se mantem e se a música popular portuguesa tem “pernas para andar”!

Os bilhetes já estão à venda e custam 15€.

O concerto, claro está, decorrerá no grande auditório.

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