Lobo Ibérico invade o Fundão

Um olhar que nos entra na alma. Inanimado mas tão cheio de vida e sensação que nos é impossível ficar-lhe indiferente.

É um Lobo Ibérico.

Mas não é um animal.

É uma metáfora desconcertante acerca do desperdício e do consumismo que define a sociedade em que vivemos.

No Fundão ocupa uma parede onde outrora nada existia, agora é uma escultura, uma mensagem, um apelo e um grito.

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Este Lobo Ibérico feito de lixo e tem assinatura de Robalo II, um artista que conta com cerca de 30 trabalhos em Portugal, Espanha, França e Estados Unidos da América, mas desenganem-se aqueles que julgam que uma escultura feita de lixo não pode ser uma obra de arte cheia de emoção e significado. Este Lobo é prova disso e Robalo II volta a demonstrar a dualidade da sua arte, desta feita no Fundão, como já o havia feito na Covilhã com um mocho gigante que agora habita uma parede, outrora degradada.

Nesta obra que pode ser vista na parede de um edifício do Largo da estação existem vários tipos de materiais que isolados nada mais são do que lixo, falamos de queimados, para choques, pneus, cabos ou bicicletas. Materiais recolhidos no centro de reciclagem e transformados numa obra cheia de vida e dimensão. A mensagem implícita é bem explicita a quem observa a obra: a questão dos nossos hábitos consumistas estarem a destruir o planeta e o lixo que produzimos ser o inicio do fim.

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Esta obra vem, igualmente, ajudar a tornar o espaço onde se insere mais interessante, enriquecendo o património do concelho na denominada arte de rua, numa aposta que tem vindo a ser feita por parte do executivo há já algum tempo, com intervenções magníficas que figuram já em vários catálogos nacionais e internacionais de “Street Art”, com a grande vantagem de ajudarem a dar nova vida e requalificar locais degradados ou devolutos.

 

Mais arte:

http://heartbeat.pt/arte-rua-viseu/

Cerejeiras em Flor vistas de um Balão

A Beira Interior é conhecida pelas suas maravilhas naturais, disso já todos sabemos e, claro, concordamos. A Primavera começa a dar ares da sua graça e prova disso são as cerejeiras que começam a despontar as suas flores que, daqui a uns tempos, se transformam no delicioso fruto que todos nós apreciamos e que levam o nome da região por este mundo fora.

No Fundão as cerejeiras começam a ficar cobertas por pequenas flores brancas semelhantes a flocos de neve num espetáculo que merece ser apreciado por todos, e se for através de uma perspectiva privilegiada, ainda melhor! É por isso que nos próximos dias 2, 3, 9 e 10 de abril o Município do Fundão promove Passeios em Balão de Ar Quente que irão proporcionar a quem se inscrever através do 965 585 718 ou pelo email comercial@fundaoturismo.pt, a oportunidade fantástica de assistir a esta transformação primaveril através dos olhos dos pássaros!

Os voos começam às 7h30, têm a duração de 15 minutos e incluem pequeno-almoço no campo, certificado de voo, seguro e transporte.

Está à espera do quê?

Quem tem garfo e chave de ouro?

Os prémios foram anunciados ontem, dia 22 de março, e mais uma vez a região demonstrou a sua qualidade.

Falo dos Prémios do Guia Boa Cama Boa Mesa do Expresso e, por cá, podemos ficar satisfeitos já que temos premiados com a Chave de Ouro e com o Garfo de Ouro.

Foram vários os hotéis galardoados com a Chave de Ouro e na região Interior Centro foram três os que trouxeram o prémio para casa, o Six Senses Douro Valley em Samodães, Lamego, no Distrito de Viseu, o H2Otel em Unhais da Serra, Covilhã, Distrito de Castelo Branco e as Casas do Côro em Marialva, Mêda, no Distrito da Guarda. Estes dois últimos já no ano passado tinham sido reconhecidos com o mesmo prémio, o que vem atestar a continuação de um trabalho de grande qualidade por parte dos seus responsáveis.

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Casas do Côro

 

Na secção de Boa Mesa, o Garfo de Ouro também foi atribuído a alguns restaurantes da região, como o Mesa de Lemos, em Silgueiros, Viseu, que no ano passado tinha ganho na categoria de Revelação do Ano, o que demonstra que esta é uma aposta ganha, fruto do excelente trabalho que tem vindo a ser realizado pela equipa do Chef Diogo Rocha.

 

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Mesa de Lemos

Para a Guarda também foi um prémio com o Restaurante Vallécula em Valhelhas, a trazer o galardão para casa, outra vez!

São mais motivos para visitar a região e que demonstram que por cá existem pessoas resilientes e empreendedoras!

Quantos Castelos Castelo Branco tem?

Marcas que o passado trouxe até ao presente, símbolos de uma dicotomia desconcertante:

tanto nos fascinam pela sua majestade e imponência, simbologia e importância nas fundações da nação e da nacionalidade, como guardam, marcados nas suas pedras, pecados insondáveis de batalhas perdidas e ganhas, de almas que ali viram as suas vidas chegarem ao fim, de traições, medos e anseios.

São mais que pedras, monumentos ou simples locais, são guardiões de memórias, cofres de segredos e a todos fascinam, sejamos adultos curiosos, ou crianças cuja imaginação corre desenfreada quando os visitam.

São castelos. Portugal tem muitos. Na HeartBeat somos fãs de castelos, das suas histórias, da sua beleza. Já aqui falamos dos muitos que existem no distrito da Guarda e hoje exploramos os que ainda resistem no Distrito de Castelo Branco.

São 10 os que ainda podem ser visitados, apreciados e, acima de tudo, valorizados.

 

Castelo de Castelo Branco

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Lá do alto vigia a região com majestade. Uma fortaleza de 1220 que defendia a linha do Tejo, a par do Castelo de Almourol, Monsanto, o Castelo de Pombal, Tomar e o Castelo do Zêzere.

Foram muitas as lutas que travou sendo várias vezes danificado pelos ataques castelhanos e até nas invasões francesas, destruindo o sistema defensivo de Castelo Branco. Depois da visita dos franceses de Napoleão a população utilizou as suas pedras para a construção de habitações.

A natureza também ajudou a que a sua destruição fosse agravada, com os sucessivos desabamentos de terras causados por inundações a deixarem marcas profundas neste Castelo.

Foram várias as obras de restauração, controversas já que muitos dizem que as mesmas alteraram as características do monumento. Restam alguns troços de muralha, a chamada Porta dos Pelames e a Torre do Relógio. Originalmente este seria um Castelo de planta pentagonal, com cinco torres. A

Torre de Menagem ou dos Templários encontra-se bastante danificada.

 

Castelo de Monsanto

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Claro que a Aldeia mais típica de Portugal tinha de ter um Castelo.

Lá no seu topo granítico, com o rio Pônsul à sua direita, este Castelo complementa aquilo que a Aldeia tem para oferecer e representa.

É um Castelo Medieval, construído sob a orientação do Mestre da Ordem D. Gualdim Pais, sendo ampliado e restaurado por ordens de D. Dinis um século depois, e mais uma vez intervencionado, uns séculos mais tarde, no reinado de D. Manuel I, onde os muros foram reforçados por cinco torres, a mais alta, ao centro, a de menagem.

Infelizmente, dessa estrutura, poucos elementos resistiram ao tempo chegando aos nossos dias, fruto das diversas batalhas que travou, e remodelações, como a que ocorreu no inicio do século XIX, com a Guerra Peninsular, na qual demoliram as cinco torres, construíram três novas baterias e a adaptação da igreja do castelo para paiol, que mais tarde veio a explodir.

O Castelo e Muralhas estão classificados como Monumento Nacional e está ligado a várias lendas. Vale a pena ser visitado!

 

Castelo de Penha Garcia

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Este é mais um dos Castelos cuja origem se admite estar ligada aos Templários, havendo quem atribua a sua edificação ao Rei Povoador, D. Sancho I, passando depois para as mãos dos Templários. Situa-se na freguesia de Penha Garcia, numa posição dominante na serra do Ramiro, sobranceiro ao vale do Rio Pônsul.

A sua destruição o foi acelerada pelos caçadores de tesouros, restando apenas alguns troços de muralhas. Mas nem tudo se perdeu. Em bom estado encontramos um canhão antecarga, de alma lisa na povoação.

Ligada a este Castelo temos uma lenda que conta que D. Garcia, alcaide do Castelo, numa noite de tormenta raptou a bela D. Branca, filha do poderoso governador de Monsanto, que o apanhou e condenou à morte.

D. Branca, piedosa, rogou ao seu pai que reverte-se a sentença. E assim foi. D. Garcia não foi morto, mas ficou sem o braço esquerdo pela sua ousadia.

De acordo com os locais, a figura lendária do decepado continua a vigiar, do alto das torres, o morro sobranceiro de Monsanto, vagueando pelas torres do Castelo.

 

Castelo da Sertã

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Vamos até ao misterioso Castelo da Sertã. Conta a lenda que a sua origem se deve ao um exilado militar romano de nome Sertório, que se aliou aos lusitanos, tendo sido, mais tarde assassinado à traição durante um banquete.

O nome da terra tem origem numa outra história que conta que, durante uma batalha contra tropas romanas, aquando da morte do chefe das tropas do castelo, a sua esposa Celinda, tomou as rédeas à situação e liderou a defesa, lançando azeite a ferver sobre os romanos com uma grande frigideira que usava para fritar ovos no dia a dia (sertage), ganhando tempo para que chegassem reforços, obrigando os romanos a recuarem.

É daqui, desta frigideira que nasce o nome Certã, posteriormente, Sertã. Lenda perpetuada no brasão de armas da vila. Apesar da lenda não há provas que corroborem a sua edificação no período romano, havendo vestígios que remontam ao séc. X.

Trata-se de mais um Castelo que passou pelas mãos dos Templários. O abandono deste Castelo no século XVII levou à sua completa ruína e o que resta dele ainda não está classificado como Monumento Nacional.

Aguardemos a sua classificação.

 

Castelo de Belmonte

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Este é o ex-libris da vila de Belmonte.

A sua mais preciosa jóia. Do alto da vila vigia a região e contempla a Serra da Estrela. D. Sancho I terá sido quem mandou edificar este Castelo, tendo sido melhorado a mando de D. Dinis, tendo sido acrescentada a Torre de Menagem.

Ao longo dos séculos foi passando de “mão em mão”, tendo sido a sua defesa modernizada aquando da Guerra da Restauração, com a construção de alguns baluartes.

No inicio do século XX foi usado como prisão e desde que foi classificado como Monumento Nacional tendo sido, desde então, diversas vezes intervencionado para restauro, sendo, hoje em dia, utilizado para atividades culturais. O Castelo tem a fachada principal orientada para sul, com uma porta encimado pelas armas dos Cabral, cuja memória está também presenta nas ruínas do antigo Paço onde residiram.

 

Castelo de Penamacor

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Também conhecido por Fortaleza de Penamacor, é um Castelo templário e ergue-se num cabeço rochoso entre a ribeira de Ceife e a ribeira das Taliscas.

Apesar da ocupação romana na zona, este castelo deverá ter asido erigido por volta de 1210. Como o povo crescia, D. Dinis terá mandado construir uma segunda cintura de muralhas e a Torre de Menagem. Sob o reinado de D. Fernando foi iniciada uma barbacã para complemento da defesa do Castelo.

Mais tarde, devido à sua localização estratégica, o castelo foi reforçado.

Entretanto a Torre de Menagem que servia de paiol, explodiu, mas o verdadeiro declínio da edificação acontece com a delapidação das muralhas para construção de habitações. Só em 1940 é que as mentes despertam para a necessidade de preservação do castelo.

Restam a Torre de Menagem, uma porta de entrada para a antiga vila e parte dos antigos baluartes seiscentistas.

 

Castelo de Idanha-a-Velha

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A Torre dos Templários. Conjunto de defesas da antiga vila que se constituía, à época medieval, por uma torre e pela antiga cerca da povoação.

Não há muito que dizer acerca desta Torre.

Já a sua povoação, uma das mais antigas do país, cujo conjunto arqueológico e arquitectónico está classificado como Monumento Nacional, considerada uma aldeia-museu, com um dos mais ricos espólios do país.

 

Castelo de Idanha-a-Nova

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Deste Castelo restam ruínas e histórias.

Nascido pelas mãos dos templários, a estrutura obedece às mesmas linhas arquitectónicas características dos templários, nos Castelos de Almourol, Monsanto, Pombal, Tomar e Zêzere.

Hoje em dia as suas ruínas são uma das principais atrações municipais.

 

Castelo de Castelo Novo

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Na vertente leste da serra da Gardunha, na aldeia histórica de Castelo Novo, no Fundão, encontramos o seu castelo, cuja existência remonta ao século XIII, e com ligações aos templários.

D.Dinis manda reforçar as suas defesas, hipótese fundamentada nos vestígios de adarves e ameias dionisinas num dos troços da muralha.

O terramoto de 1755 foi cruel também com este castelo, tendo sido muito danificado. Sofreu algumas obras de restauração em 1938, mas nunca se viu ser classificado nem em vias disso.

Ao abrigo da Arqueonova, no âmbito do Programa Aldeias Históricas de Portugal, foram descobertos centenas de vestígios da sua ocupação medieval, como moedas do tempo de D. Sancho I, peças em ferro, cobre e cerâmica que podem ser vistas no Núcleo Museológico de Castelo Novo.

Está 650 metros acima do mar e é um exemplar da arquitetura militar no estilo gótico e manuelino, com planta irregular orgânica. Há ainda duas portas, a leste e a oeste. No troço oeste encontramos adarves, ameias e merlões em bom estado de conservação. Na Praça de Armas erguem-se as torres sineira, com cornijas e quatro gárgulas nos ângulos, com cobertura em falsa abóbada, e de menagem.

 

Castelo de Rodão

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Também referido como Castelo do Rei Wamba, constitui-se numa torre-atalaia, erguida numa escarpa sobranceira ao rio Tejo, sobre as chamadas Portas de Ródão, proporcionando uma vista maravilhosa aos seus visitantes.

Apesar de ser conhecido como o Castelo do Rei Wamba, último grande rei dos Visigodos, há quem defenda que a sua estrutura possa remontar à Invasão muçulmana e deverá ter sido mandada construir pelos templários.

Portugal é um país riquíssimo em história, com monumentos maravilhosos. Saia dos grandes centros e venha conhecer os castelos que se espalham um pouco por todo o país. A região interior centro tem um património histórico que merece e tem de ser visitado!

 

Fontes: wikkipedia, Aldeias Históricas de Portugal, Guia da cidade

Fotografias: Aldeias Históricas de Portugal, Wikkipedia, Guia da cidade, Adrião

 

Mais Castelos:

A nova janela de Viseu

Quem pretende visitar a região de Viseu tem mais um local onde pode encontrar informação acerca do que ver, visitar ou comer.

Já está online o site www.visitviseu.pt onde os turistas, ou apenas curiosos, podem encontrar informação acerca da cidade e arredores e, assim, ficarem a conhecer melhor a oferta turística da terra de Viriato, inclusive, podem, obter mais informação acerca deste herói Lusitano.

Este é um site muito intuitivo e simples, que reúne informação acerca da Cidade de Viriato, seus cantos e recantos, monumentos e história, havendo, ainda, uma secção dedicada à cidade Vinhateira que é Viseu, não estivesse ela no centro da Região Demarcada do Dão.

Conheça, também, a cidade-jardim com os seus corações urbanos, as suas Ruas com História, Parques Verdes, Jardins e rotundas.

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Viseu é uma cidade muito rica em eventos culturais e neste site pode encontrar toda a informação acerca dos principais momentos de animação que a cidade promove ao longo do ano.

Neste site há ainda espaço para conhecer a Viseu moderna e a forma como comunica com o seu público. Há ainda a possibilidade de fazer o download de uma aplicação que lhe permite visitar a cidade em 360o .

Claro que um site acerca da cidade de Viriato não poderia ficar completo sem um espaço dedicado àquilo que pode fazer na cidade com propostas de roteiros para 1, 2 e 3 dias.

Neste site poderá, também, encontrar propostas para dormidas e locais onde pode apreciar a boa gastronomia da região.

Antes de visitar Viseu faça este Tour virtual!

http://heartbeat.pt/ano-oficial-visitar-viseu/

Está aí a Semana Académica de Viseu

Já se começam a preparar as Semanas Académicas dos Politécnicos e Universidades da Região.

Em Viseu a Federação Académica já apresentou o cartaz que vai animar as noites dos estudantes e a cidade entre 23 e 28 de abril.

A aposta para esta XXXII Semana Académica de Viseu vai para a música contemporânea nacional com artistas que enchem os Tops portugueses.

No dia 23 de abril, sábado, dia em que se dá a Bênção das Pastas atuam os D.A.M.A seguidos dos Filhos da Pauta e Dj Jamituh, também neste primeiro dia de Semana Académica terá lugar, à meia noite, a Serenata.

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No Domingo, dia 24, atua AGIR seguido de 7Riots e Dj Peter Sky. O dia 25 de abril tem como cabeça de cartaz Ninja Kore e Dj Master Hugo. No dia seguinte a animação é mais tradicional com José Malhoa a animar os estudantes seguido de TZ Music e Dj andré Flor. No dia 27 de abril atuam Landrick, Dj Primy e Dj The Boss, o último dia está a cargo de Dengaz, Tilhon e Dj Victor Pirez.

A animação promete ser constante no Pavilhão Multiusos de Viseu cartaz semana Viseu.

Guarda vive a Semana Santa

A Semana Santa vive-se intensamente na região da Guarda, com várias iniciativas a marcarem as festividades.

Esta é uma altura privilegiada na região com a visita de inúmeros turistas, principalmente espanhóis, que procuram a Guarda pela importância que as pessoas de cá dão à Páscoa.

A pensar nos locais e nos visitantes, o Município da Guarda, juntamente com várias coletividades e associações elaborou um cartaz de atividades que promete celebrar a Páscoa com a emoção que a data exige, com exposições, Teatro, Música e Tertulias a marcarem esta época.

Trata-se de um autentico roteiro de iniciativas de cariz religioso, com destaque para a exposição “Cruxifixus Fidei – Signos de Fé Interior”, uma Proto-instalação que pode ser apreciada no Paço da Cultura na Guarda até meados do mês de abril.

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As atividades acontecem até dia 26 de março, dia que antecede a Páscoa. No dia 25 o destaque é para o concerto de Páscoa pelo Órfeão do Centro Cultural da Guarda, pelas 21h00 na Igreja Matriz de Pousade.

Pousade será um dos principais palcos da Páscoa na região com a encenação do Drama da Paixão de Cristo que poderá ser visto no Anfiteatro de Pousade no dia 26 de março pelas 21h00, numa recriação que volta a trazer à freguesia uma tradição de anos e que reúne dezenas de pessoas entre atores e habitantes.

Na BMEL, no dia 18 de março, pelas 18h00, tem lugar a tertúlia “Guarda: a memória” e que junta, em conversa, Carlos Batista e João Marques.

No dia 13 de março tem lugar a procissão dos Passos, às 16h00, na Igreja da Misericórdia e no dia 20 a Procissão de Ramos, também a sair da Igreja da Misericórdia pelas 11h00. No dia 24 de março terá lugar a encenação de uma das mais importantes passagens da Biblia, “A última Ceia”, no Anfiteatro de Pousade pelas 21h00. No dia 25, pelas 21h00, assinala-se o Enterro do Senho na Igreja da Misericórdia.

A Páscoa tem sabor no Fundão

Este ano a Primavera entra nas nossas vidas acompanhada com as comemorações da Páscoa, o que garante sabor e cor durante as próximas semanas.

Para celebrar a época Pascal e dar a conhecer os sabores e tradições da região, o Municipio do Fundão organiza, durante os dias 18 e 27 de março, a sétima edição do Festival Gastronómico “Fundão, Aqui Come-se Bem – Sabores da Páscoa” e que conta com a participação de 16 restaurantes, As Tílias, Boguinhas, Cantinho dos Grelhados, Hermínia, Marisqueira Bela Vista, O Alambique de Ouro, O Parque, O Telhas e o Snack-Bar Sítio do Vale (Fundão), Fiado Restaurante (Janeiro de Cima), Hotel Rural Casa da Eira (Pêro Viseu), O Mário (Cruzamento de Alcaria), Papas e Migas (Alcaria), O Cerejal (Alpedrinha), O Pipo (Souto da Casa) e O Fernandes (Telhado), e cinco pastelarias do concelho do Fundão, A Laranjinha, Arte e Doce, Formiga, Paris e Salgados da Ana.

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É impossível dissociar a Páscoa da Gastronomia, pelo que esta atividade promete dar muito sabor à época da quaresma, elevando as suas tradições e atraindo visitantes.

Cerca Design House com novidades para breve!

O alojamento de qualidade na região não para de evoluir na região, e ainda bem, já que é prova do grande potencial de empreendedorismo e resiliência por parte de quem investe na região.

Prova disso é o próximo investimento da unidade de turismo de charme no Fundão, a Cerca Design House, que a partir de Julho vai aumentar a sua capacidade com a implementação de mais cinco villas ao seu empreendimento que é já uma referencia no Interior.

Com esta expansão a Cerca Design House irá proporcionar uma oferta mais diferenciada indo ao encontro da necessidade de oferecer um conceito de privacidade aos seus clientes diferenciadora.

Neste momento o empreendimento conta com 10 quartos e as Villas serão independentes da casa principal, estando completamente equipadas com as comodidades necessárias para que os seus hóspedes possam disfrutar de uma estadia completa, mantendo o acesso às áreas comuns da Cerca Design House, como sendo o jardim e piscina. Cada Villa terá capacidade para acomodar 4 adultos, estando em aberta a possibilidade de poderem ser disponibilizadas duas camas extra.

Este é um empreendimento de referencia, não apenas no Fundão, mas também em toda a região, sendo um ótimo exemplo da capacidade empreendedora existente na região, demonstrando como se pode renovar património e dar nova vida a casas, que de outra forma, poderiam perder-se na história do tempo. A Cerca Design House nasceu da recuperação de um antigo Solar do séc. XVII e une conceitos modernos de design com a beleza da traça antiga do imóvel, numa fusão contemporânea que surpreende pelos detalhes, luz e conforto. Um excelente local para passar uns dias de lazer e descanso com vsitas surpreendentes para a Serra.

A Cerca Design House é um dos mais recentes parceiros da HeartBeat. Pode ver esta oferta e outras em http://heartbeat.pt/produto/hearbeat-premium/. Uma estadia no Cerca Design House é um ótimo presente para si ou para um casamento, por exemplo. Fica a sugestão!

Vamos à descoberta da Gardunha

Os apaixonados pelo desporto de montanha podem bater palminhas de contentes. Decorre nos dias 18, 19 e 20 a XX Travessia da Gardunha – Encontro Ibérico de Montanhismo e as inscrições estão abertas até dia 16.

Esta é uma atividade inserida no calendário da Federação Portuguesa de Montanhismo e Escalada e uma ótima oportunidade para contactar com as belezas naturais da Serra da Gardunha.

O dia 18 será dedicado às questões burocráticas e no dia 19 começam as atividades com um Passeio Pedestre pelos pomares de cerejeiras em flor na freguesia do Alcaide com visita à aldeia. Este dia será muito dedicado ao convívio e a conhecer a cidade do Fundão. No dia 20 terá lugar a XX Travessia da Gardunha, bem cedo, pelas 8h30 e que passará pelo Fundão, Alcongosta e Castelo Novo.

As recomendações são as de sempre, utilize calçado cómodo e ao qual já esteja habituado, de preferência botas de marcha com peúgas macias e sem costuras. Tenha em atenção a roupa a utilizar que deverá ser adequada ao estado do tempo. Não se esqueça da máquina fotográfica!

As inscrições ainda estão abertas e poderá escolher qual a atividade em que quer participar. Para o Encontro Ibérico de Montanhismo os preços variam entre os 15 e os 20 euros sendo que os sócios menores de 12 anos não pagam. Para a XX Travessia no domingo os preços variam entre os 8 e os 10 euros e para o Percurso Pedestre de sábado os preços vão dos 7 euros para sócios e 8 euros para os restantes participantes, excepto os sócios menos de 12 anos que estão isentos.

Inscreva-se no site www.gardunhaviva.com.

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