O Padre libertino de Trancoso

Sabemos que estas são terras de histórias contadas de voz em voz, por tantas vozes que já não se sabe se algumas delas são verdade ou mito, aliás, a linha entre essas duas razões é ténue o que as torna, na minha opinião, ainda mais interessantes. A que vos vou contar agora fez-me rir deixando-me, igualmente apreensivo quanto ao resultado da mesma sendo, provavelmente, das mais hilariantes e inacreditáveis que se conta por estas terras. Aconteceu em Trancoso e envolveu um padre!

Conta a história que, ali para os lados de Trancoso, o pecado e a santidade andavam de mãos dadas numa altura em que a nação forjava a sua história e as pessoas andavam em carroças.

Trancoso era um centro importante por estas bandas, local onde se fazia a Feira Franca que por si só atraia muita gente à região. No entanto, consta que estas terras, apesar dos visitantes, não era muito apetecida pelos povos e, por isso, pouco habitada.

Sabemos que, antigamente, o Clero e seus representantes, eram lei, e com a lei ninguém se mete, muito menos com a de Deus. Nem sequer as pessoas se atreviam a questionar, não fosse um raio cair-lhes na cabeça, ou a mão do bispo.

Por cá, um dos representantes da Santa Madre Igreja era um homem de seu nome Francisco Costa, Padre Francisco Costa, Abade de Trancoso.Um homem da igreja que podia ter sido como qualquer outro padre, doutrinando a fé e encaminhando o seu rebanho pelos desígnios do Senhor.Pois consta que este Padre Francisco Costa gostava muito de doutrinar, mas não a palavra do Senhor, e o seu trabalho árduo não era orientado para o rebanho, bem, pelo menos não para todo o rebanho já que, ao que parece, os homens escaparam à libido deste homem que conseguiu uma prol de 275 filhos (outros dizem 299 filhos), de 54 mulheres!

E é que não havia “rabo de saia” que escapasse às suas “orações”, incluindo irmãs, uma tia e a própria mãe.

Um escândalo tal que, para além da excomunhão este homem mereceria arder no recôndito dos infernos para gáudio do Belzebu em pessoa, ou em espírito.

Aos 62 anos, o prior de Trancoso, vê os seus atos travados e julgados, tendo sido condenado a ser degredado (e esta parte da história é real já que os documentos podem ser encontrados na Torre do Tombo) de suas ordens e arrastado pelas ruas públicas nos rabos dos cavalos, esquartejado o seu corpo e postos os quartos, cabeça e mãos em diferentes distritos, numa morte que deveria ter servido de exemplo tamanha fora a sua ofensa a deus e aos homens.

Acusado de ter dormido com vinte e nove afilhadas e tendo delas noventa e sete filhas e trinta e sete filhos, de cinco irmãs teve dezoito filhas, de nove comadres teve trinta e oito filhos e dezoito filhas, de sete amas teve vinte e nove filhos e cinco filhas, de duas escravas teve vinte e um filhos e sete filhas.

Dormiu com uma tia, Ana da Cunha, de quem teve três filhas, da própria mãe teve dois filhos.

Um total de duzentos e setenta e cinco, sendo cento e quarenta e oito do sexo feminino e cento e vinte e sete do sexo masculino.

Esta é uma história capaz de fazer corar as pedras da calçada.

Um escândalo para a época, ou para qualquer época diga-se. Seria de supor que perante tamanha desfaçatez, vergonha e libertinagem, a sentença fosse aplicada o quanto antes.

Pois não foi.

Estávamos nos finais do século XV, numa terra nos recônditos da nação governada por El Rei D. João II, o “Príncipe Perfeito”, cognome atribuído pela forma como exerceu o poder, e digamos que para Francisco Costa, este Rei caiu-lhe na perfeição já que pelas mãos dele viu a sua sentença ser anulada.

E aqui pensamos: “ora o Rei era chamado de Príncipe Perfeito pela forma como governava, foi piedoso e não quis que o homem morresse, numa espécie de pensamento modernista abolidor de mortes por tortura e em asta pública”, pois não foi bem esse o motivo. A razão que levou El Rei D. Joao II a “perdoar” os vis atos do Padre foi mais sui generis.

Francisco Costa, Abade de Trancoso, foi perdoado e mandado em liberdade aos dezassete dias do mês de março de 1487, com o fundamento de, vejam só, ajudar a povoar esta região da Beira Alta, tão despovoada no tempo. Este infame homem saiu em liberdade e tornou-se numa espécie de herói local, é só visitar Trancoso e contar-vos-ão esta história.

Se ele voltou às rezas ou se estes são factos reais, isso não sei, mas tenho para mim que, a ser real esta história, a contagem de filhos feitos em tudo o que mexia não se ficou pelos 275 ou 299!

Visite o Interior, agora foi o New York Post

Ultimamente é com muita satisfação que leio algumas noticias referentes ao nosso país, em especial na nossa região, sejam noticias acerca de prémios ganhos por unidades hoteleiras, rankings ou vinhos que ganham cada vez mais reconhecimento.

Efetivamente, Portugal está na moda e a região centro vai seguindo as pisadas com Lisboa e Porto a serem, cada vez mais, relegados para segunda opção no que toca a destinos turísticos.

Desta vez, foi do outro lado do Atlântico, nos Estados Unidos da América, que Portugal está no escrutínio de olhos especializados nestas andanças das viagens, com o New York Post a elaborar uma lista com 10 razões para visitar terras lusas, com o centro do país a destacar-se e com a nossa região a ter 4 motivos de interesse para este tabloide.

Na categoria apelidada de “Luxo que podem pagar” o destaque vai para as Casas do Côro em Marialva que o New York Post descreve como sendo “um romântico hotel vínico de luxo construído a partir de um pequeno aglomerado de casas de pedra cuidadosamente restaurado” e nós, por cá, só temos a acrescentar que, de facto, esta é uma das unidades hoteleiras de referência na região e que vale mesmo a pena visitar e, acima de tudo, usufruir, seja em que altura do ano for.

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Numa outra categoria, a que intitulam “Almoços, líquidos (e sobremesas) encontramos a Casa da Ínsua, em Viseu, classificada, pelo jornal, como sendo um local onde de pode apreciar vinho, uma vez que o hotel tem produçãoo própria, nós acrescentamos que a Casa da Ínsua tem muito mais que vinho para oferecer, é uma unidade hoteleira cheia de história e charme, ideal para uma escapadinha romântica!

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O New York Post destaca, ainda, numa categoria a que chamou de “Chance de voltar aos tempos medievais” o Restaurante D. Sancho na Aldeia Histórica de Sortelha.

Sublinhou que é “um fantástico restaurante onde ninguém fala inglês e a conta vem numa parte rasgada de papel, mas o vinho, bacalhau, pão e queijo local são bem-vindos”, se a conta vem ou não num pedaço de papel, isso não podemos atestar, quanto à comida, é impossível falhar nesse campo, já que a gastronomia local é do melhor que há, em relação a Sortelha é, de facto, uma máquina do tempo que vale a pena ser utilizada vezes sem conta!

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“Você pode pedir boleia e não ser assassinado” é o nome de uma outra categoria (pelos vistos muito importante para os leitores do New York Post), e aqui o destaque vai para a região do Douro, “um lugar onde se pode vivenciar uma verdadeira aventura”, com menção à Quinta da Pacheca em Lamego e à Quinta do Tedo em Folgosa, apresentando estes locais como referencia onde se podem degustar “Tawny’s dos anos 20”.

Portugal é de facto muito bonito e esta região merece ser explorada ao máximo. Esperemos que venham mais críticos à região e que a promovam com a qualidade e realidade que ela merece. Ficamos à espera da próxima critica!

IMAGINATURE em novembro em Manteigas

Preparem as vossas máquinas fotográficas ou as vossas Câmaras de Vídeo e agucem o vosso espírito criativo! Vem aí o IMAGINATURE!

Manteigas organiza, nos dias 21 e 22 de novembro o II Festival de fotografia e Vídeo, o IMAGINATURE 2015, numa altura privilegiada para captação de fotografias de natureza deslumbrantes, com a Serra a assumir as suas vestes outonais e a luz a proporcionar fotografias únicas.

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O IMAGINATURE tem como objetivo promover e valorizar o património paisagístico envolvendo os amantes da fotografia de paisagem natural. Contará com sessões teóricas, saídas de campo, workshops e exposições.

Está já confirmada a presença de Marco Santos Marques, fotografo profissional que nutre uma enorme paixão pelo mar e pela montanha levando-o a especializar-se na fotografia de natureza.

É autor do livro “Os Direitos da Terra” e formador de cursos de fotografia, admitindo que o que mais o atrai na fotografia é a possibilidade de criar e improvisar, construir imagens, fazer alguém imaginar e tornar os momentos mais felizes.

 

 

CISE, O Centro que interpreta a Serra

A Serra da Estrela é rica em património natural, uma biosfera única que vale a pena estudar e preservar.

O CISE – Centro de Interpretação da Serra da Estrela é uma estrutura do Município de Seia, orientada para o desenvolvimento de atividades relacionadas com a educação ambiental e a valorização do património ambiental da Serra da Estrela.

A missão do CISE é sintetizar e divulgar conhecimentos sobre os processos naturais, sociais e económicos que condicionam a vida na Serra da Estrela e com dois hectares de espaço verde.

O CISE é um local privilegiado para partir à descoberta desta montanha possuindo, ainda, um conjunto de estruturas e equipamentos multivalentes de características únicas para a educação e divulgação ambientais, a investigação e a promoção turísticas.

No CISE os visitantes têm acesso a várias valências como a Sala Espaço Território onde se encontra a exposição permanente, que aborda diversas áreas do conhecimento e integra aspetos científicos, didáticos e lúdicos relacionados com o planeta, a região centro de Portugal e, claro, à Serra da Estrela.

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Na Sala Património e Natureza os visitantes podem ver exposições temporárias como a que decorre neste momento, dedicada à Serra da Estrela, intitulada “A Serra a Três Dimensões”, onde podemos apreciar modelos à escala das diferentes formações geológicas da montanha.

Outro dos espaços do CISE é a Sala Gentes e Lugares, um espaço dedicado à apresentação de exposições temporárias em que se evidenciam as práticas e usos tradicionais das comunidades que habitam na região.

O CISE é, igualmente, um espaço que reúne informação valiosa como é o caso do Centro de Documentação onde está armazenada informação de carácter científico, lúdico e pedagógico, relativa à área do ambiente.

Há ainda duas oficinas, a de ambiente e a de herbário. O CISE dispõe também de um Banco de Sementes e Laboratório da Natureza assim como uma Fototeca, onde estão reunidos alguns suportes fotográficos, paisagísticos, do património edificado, do quotidiano e das gentes de Seia.

São várias as atividades que decorrem no CISE, desde exposições, seminários, cursos de formação e visitas de interpretação ambiental. Por exemplo, nos próximos dias 3 e 4 de outubro estão previstas duas saídas de campo para Observação de Aves, numa atividade integrada no fim-de-semana Europeu de Observação de Aves 2015. Para dezembro, nos dias 12 e 13 terá lugar o Encontro sobre Biodiversidade e Conservação de invertebrados em Portugal.

Outono é Quente em Viseu

O Outono já chegou e, embora com a promessa de baixa de temperaturas no inicio de outubro, consta que para os lados de Viseu, esta estação do ano seja quente, pelo menos no que respeita à arte, com um programa que exalta a música, teatro, dança e fotografia.

O Outono Quente é um Festival que pretende comemorar as artes e que se desenrola numa tenda gigante instalada no Parque Aquilino Ribeiro em Viseu.

De 7 a 11 de outubro são vários os espetáculos a decorrer e não apenas na tenda gigante, por exemplo, a peça de teatro “Amá-la com Histórias da Beira” pelo Teatro Onomatopeia, que poderá ser vista no dia 7 na Escola Básica Aquilino Ribeiro. No dia 8 da Cáritas Diocesana de Viseu. No dia 9 no Lar Viscondessa de São Caetano. No dia 7 terá lugar uma Oficina de Leitura “Dito (e)feito dirigido aos alunos do Ensino Secundário, numa produção do Teatro Onomatopeia. Para este dia está também prevista uma conversa com João Oliva em torno das Artes, Educação e Comunidade. No final do dia pode assistir, na Tenda Gigante, à Peça de Teatro Clown in Libertá pelo Teatro Necessário de Itália.

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O dia começa com Isabel Moura Brito Desafiando Histórias no Centro de Acolhimento: Uma mão por um sorriso.

Neste adia haverá ainda lugar para o lançamento do Livro “Pé de Meia Memória” de Ekaterina Malginova na Tenda Gigante. Poderá ainda conversar com Jorge Fraga sobre a temática “Fazer Teatro em Viseu. Faz sentido?. A noite de dia 8 está reservada para a música com espetáculos de Amélia Muge e Filipe Raposo Quarteto.

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No dia 9 há Malabares pelos Ares com os Tribal na APPACDM. Histórias com Café por Olinda Beja na Tenda Gigante. Uma conversa com Amélia Muge acerca dos Desafios da Música portuguesa. Música com Microband de Itália, a orquestra sinfónica mais pequena do mundo, num espetáculo com muito humor para toda a família. Para o dia 9 está ainda previsto o concerto dos Tugoslavic Orkestar com músicos de Portugal, França, Eslovénia e Itália.

Amanhece o dia 10 de outubro com Ana Morgado que nos vai dar a conhecer o Lu Jong, um tesouro tibetano nascido das tradições budistas e que constituem uma prática do budismo tibetano.

Também na Tenda Gigante irá ter lugar o Pátio das Cantigas por Gira Sol Azul que promete uma experiência sensorial dedicada ao público infantil. À hora de almoço poderá ficar à conversa com Luca Domenicali e Danilo Maggio acerca de Teatro e Música. À tarde entra em cena o Teatro Mais pequeno do Mundo com Cinco Verões – Os maiores êxitos, seguida da Oficina “Marcha dos Sonhos” por Fraga e Mariana Veloso onde os participantes poderão partilhar os seus sonhos para a construção de relações entre personagens surpreendestes. À noite há música com a Associação Gaita de Foles e a Fafarra Káustica.

O último dia deste Festival Outono Quente arranca na companhia de Ana Morgado que vai apresentar o mundo do Reiki, seguido de um Peddy-paper fotográfico com Paula Magalhães. Ainda da parte da manhã poderá trazer o seu bebé e praticar yoga. À tarde há mais uma apresentação do Teatro mais pequeno do mundo seguido de dança aberta a todos os curiosos pela dança. Para os escritores de palmo e meio haverá uma Oficina de escrita criativa em torno de uma Aventura num Casarão Misterioso. O Festival termina a dançar com os Monte Lunai e as Danças Tradicionais Europeias na Tenda Gigante do Parque Aquilino Ribeiro.

O Festival Outono Quente é organizado pela Zunzum – Associação Cultural de Viseu.

O Atelier do Aquilo Teatro

Para aqueles que queiram fazer parte ativa e integrante de um processo criativo.

Queiram criar familiaridade com a Arte e despertar o interesse e curiosidade em relação a esta, contrariar os tabus e colmatar os medos associados a estar em palco e enriquecer a sua curiosidade com experiências novas, tornando-se um eventual espetador ou alguém que se alimente da Arte, o Aquilo Teatro na Guarda apresenta o Atelier de Expressão Dramática que irá decorrer entre outubro de 2015 e maio do próximo ano.

O Aquilo Teatro pretende dar a conhecer um Mundo que não é tão complicado quanto se possa imaginar, com uma clara e mais aberta relação do individuo consigo e com o outro, conhecendo-se e aceitando-se, tornando-o capaz de olhar e sentir a vida de outra maneira.

Não se trata apenas de um Atelier, é uma experiência única, mais psicológica, sensorial e artística, aberta a todas as pessoas acima dos 10 anos de idade.

Espera-se, através do plano de ações que se propõe neste Atelier, gerarem-se bases para que quem participa possa criar uma distância em relação a si mesmo conhecendo, assim, as suas capacidades, potencialidades e limites, podendo a partir desta etapa, ser ele próprio e capaz de se propor criativamente, tornando-se um mais possível espectador de Arte porque, agora, está mais próximo dela.

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O Atelier tem inicio a 12 de outubro e termina em meados de maio com a apresentação de um espetáculo.

Contará com um leque de formadores para as diferentes áreas como Antónia reis no Teatro, Bruno Brazete na área de Movimento e Expressão Corporal, Rosa Martins na Concepção e Construção de Figurinos e Adereços, Alberto Lopes no mundo da Sonoplastia e António Freixo na área da Lumunotecnia.

Serão 8 meses onde, através do teatro, se irá ao encontro da voz, do texto e da literatura, e através do movimento e das ações físicas se chegará à música e com ela à dança, conseguindo, deste modo, passar pelas diferentes formas de Arte ou expressões artísticas.

O atelier terá lugar no Auditório da Câmara Municipal da Guarda, uma vez por semana, com duração de duas horas. O custo é de 27€ mensais.

 

O Interior celebra o Turismo

O turismo tem assumido um papel cada vez maior para o desenvolvimento económico do país.

Na região interior, se reveste de uma importância fulcral apoiado pelas enormes potencialidades, nas mais diversas vertentes, que aqui existem, sejam elas na área do património natural ou edificado, seja na gastronomia ou nas condições geográficas e climatéricas que diferem este território das restantes.

A aposta no turismo e a consciencialização do papel que ele tem para o desenvolvimento futuro da região está bem patente nas atividades e ofertas que têm sido dinamizadas um pouco pelos principais núcleos urbanos aqui existentes.

Para assinalar o Dia Mundial do Turismo no próximo dia 27 alguns municípios irão dinamizar Postos de Turismo, Museus e Centros Históricos com iniciativas que pretendem dar a conhecer aquilo que de mais turístico têm para oferecer.

O lema para as celebrações deste ano é “Mil Milhões de Turistas, Mil Milhões de Oportunidades” e, numa ação simbólica, o município de Almeida irá oferecer um Kit Promocional a todos os turistas que procuram os Postos de Turismo de Almeida e Vilar formoso, bem como um desconto de 50% em todas as publicações que se encontram à venda nestes espaços.

Na Guarda o dia 27 será assinalado com uma série de visitas guiadas, visitas encenadas e percursos em tuk-tuk no Centro Histórico enquanto que o Welcome Center acolherá os visitantes de uma forma especial, proporcionando a todos os que visitarem a cidade no domingo experiências e sensações únicas. Estão ainda previstas visitas guiadas ao Museu da Guarda e será ainda possível explorar a Torre de Menagem.

Belmonte vai receber os visitantes com uma Prova de Cerveja Artesanal Cabralina no Posto de Informação Turística.

Haverá ainda espaço para Artesanato ao Vivo com trabalho em Burel e oferta de um Kit de promoção turística do Centro de Portugal, ação que será igualmente feita em Manteigas pelo Posto de Informação Turística desta Vila. Em Seia os visitantes do Posto de Informação Turística de Sabugueiro poderão, além de receberem o Kit de promoção, degustar alguns produtos regionais.

Viseu também assinala o Dia Mundial do Turismo com uma mostra de produtos regionais como o azeite, mel, vinho e rosmaninho, havendo lugar, ainda, para uma demonstração de sabonetes tradicionais e a oferta do Kit de promoção turística do Centro de Portugal. Durante o dia os turistas poderão usufruir de um passeio em comboio turístico. Está ainda prevista uma visita guiada à Mina do Cume em Bodiosa havendo, ainda, espaço para uma peça de teatro intitulada “Volfrâmio – cenas duma aldeia de camponeses-mineiros” no Convento de S. Francisco em Orgens.

Por terras de Idanha-a-Nova também se assinala, no domingo, o Dia Mundial do Turismo com os Postos de Informação Turística de Monfortinho, Idanha-a-Velha, Idanha-a-Nova, Monsanto, penha Garcia, Proença-a-Velha e Segura com degustação de produtos regionais e oferta do Kit promocional e oferta de um percurso pedestre GR10/GR12 aos primeiros 30 visitantes de cada um dos Postos. Está ainda programada uma visita temática a Idanha-a-Velha.

 

 

A Síntese da Música no TMG

O inicio do outono é cheio de música na Guarda com o Teatro Municipal a abrir as suas portas à 10ª edição do Síntese, Ciclo de Música Contemporânea da Guarda, numa organização que junta o Município da Guarda o TMG e o Grupo de Música Contemporânea – Síntese.

Esta que é já a décima edição irá abrir com a tertúlia “A Música Contemporânea e os Públicos – Relações Sociais e Culturais” que irá juntar várias personalidades ligadas à música no Café Concerto às 22h00 do dia 23 de setembro, numa conversa moderada por Carlos Canhoto e Rogério Peixinho dois músicos/compositores do Síntese – GMC.

Este ciclo decorre até dia 31 de outubro, sendo que a 8 do próximo mês, no Pequeno Auditório do TMG pelas 21h30, o ciclo recebe o italiano Cláudio Jacomucco, um dos mais conceituados acordeonistas europeus da sua geração e um reputado compositor e professor, num concerto único em Portugal que contará no programa com obras da sua autoria e ainda de outros compositores como Giorgio Tedde e Grabriele Manca.

Continua o ciclo no dia 14 de outubro com a sua componente pedagógica com os Ensaios Abertos do Síntese – GMC para as escolas com sessões às 10h30 e Às 14h30, no Pequeno Auditório.

No dia 16 há concerto no Pequeno Auditório, com os Galegos Vertixe Sonora num espetáculo único que alia a música electrónica à componente cénica e performativa.

A 31 de outubro o ciclo encerra com um concerto do grupo homónimo que estreia em palco várias obras especialmente escritas para a ocasião, pelos compositores Fernando Lapa, Jaime Reis e Anne Victorino de Almeida, às 21h30 no Pequeno Auditório.

A rentré do TMG é cheia de música. Consulte o programa para os próximos meses em www.tmg.com.pt.

 

 

 

Vindimar em Viseu é uma Festa!

Setembro é época de vindimas.

Começam a sentir-se os sabores que antecipam a próxima estação e é altura de colher os frutos do trabalho feito durante a primavera e o verão, preparando-nos para os rigores do inverno. Se há uma cultura que em Portugal se destaca é a da vinha, berço dos néctares que levam o nome da nação mundo fora e que nos alegram os espíritos e a alma, pelo menos a dos apreciadores e se há algo importante são as vindimas.

A Vindima foi sempre mais que uma simples atividade inserida na cultura da vinha ou no processo de feitura do vinho, era um momento de celebração entre todos os envolvidos. O vinho e as vinhas estão de tal modo intricados na cultura das nossas gentes que já são uma extensão dos portugueses.

Na região centro as vindimas também são celebradas e em Viseu, por estes dias, são motivo de grande festa! É já entre os dias 18 e 21 de setembro que a cidade do Dão, com mais de 2000 anos de história e património, celebra a sua identidade vinhateira, e de toda a região, com mais uma edição das Festas das Vindimas.

festa vindimas

Em Viseu, durante quatro dias os visitantes terão ao seu dispor várias experiências e eventos que prometem enaltecer os sabores da terra, os vinhos e a tradição.

A esta Festa juntam-se 12 Quintas onde os visitantes são convidados a ajudar na campanha da vindima, colhendo e ficando a conhecer os diferentes processos envolvidos nesta atividade. Pode participar inscrevendo-se através do email vindimas@cmviseu.pt. As Quintas aderentes são as Quintas de Turquide, Vinha Paz, Vale das Escadinhas, Quinta de Reias, Cruzeiro, Perdigão, Cabriz, Paço dos Cunhas de Santar, Casa de Santar, Quinta Pedra Cancela, Quinta de Lemos e Casa da Ínsua.

Falemos do programa desta grande festa das vindimas! No dia 18, a partir das 18h00 tem lugar a abertura do Mercado de Vinhos & Lavradores com Brinde ao Dão e um Showcooking pelo Chef Diogo Rocha da Mesa de Lemos. Às 22h00 animam-se as hostes com o Baile das Vindimas no Club Viseu com The Ray Band seguido do Dj António Arede.

O dia 19 amanhece com as vindimas nas 12 Quintas aderentes às 10h00.

Às 17h00 atua o Trio Lima Jazz no Mercado 2 de Maio e às 20h00, no mesmo local, é a vez de Carlos Viçoso fazer a festa.

Os portugueses “Deolinda” animam todos no Adro da Sé num grane concerto às 22h00, e às 00h30 a Casa do Miradouro é o anfitrião da Dão Party que contará com a presença das Dj Master Sisters e Dj Tiago Fragateiro.

O dia 20 arranca com a II Meia Maratona do Dão às 10h30 e às 17h00 no Mercado 2 de Maio assista a Pisa Petiz, com laboratório da UVA (Escola Superior Agrária de Viseu), às 18h00 no mesmo local pode participar nas conversas em torno da temática “Somos do tamanho dos mitos que vemos”. Às 21h30 atuam os Tranglomando.

O dia 21 será dedicado às comemorações do dia do Município com um concerto no Mercado 2 de Maio com a Banda Índice.

As vindimas acontecem um pouco por todo lado. É a celebração da vida. Parte integrante da nossa cultura. Participe e traga a família, há valores e tradições que devemos passar de geração em geração!

 

Conheça o outono do TMG

O verão começa a despedir-se e as rotinas alinham-se para mais uma temporada, o mesmo acontece no TMG.

Depois de alguns meses de interregno para dar lugar à programação estival de outras instituições da Guarda, o TMG – Teatro Municipal da Guarda regressa com uma programação pensada para os últimos meses do ano.

A programação inclui a realização do X Síntese – Ciclo de Música Contemporânea da Guarda que começa já no dia 23 de setembro com uma tertúlia, num ciclo que integra concertos de Claudio Jacomucci no dia 8 de outubro e dos espanhóis Vertixe Sonora no dia 16.

No âmbito do dia da Música será apresentado nos dias 1 e 2 de outubro o espetáculo “Sonoguarda – Dicotomias do Silêncio”, um projeto que envolve um grupo sénior de 12 mulheres e quatro homens que são desafiados a “transportar para o público narrativas sonoras”.

A Luz e a música contemporânea dão o mote ao cartaz dos próximos 4 meses no TMG que está recheado de exposições, teatro, documentários, uma conferência e um concerto que convida o público a testar o sentido da audição vendando-lhe os olhos.

Estas são atividades inseridas no ciclo dedicado à Luz integrado no âmbito das comemorações do Ano Internacional da Luz com a primeira atividade a ter lugar dia 21 com um documentário intitulado “Nagoygatsy” de Godfrey Reggio seguido da exposição itinerante “Janelas de Luz” patente durante de 2 a 21.

Entre os dias 3 e 29 de novembro poderemos visitar a exposição de fotografia de Miguel Claro, “O Céu estrelado do Alqueva”, que irá orientar, no dia 28 de novembro, uma oficina de astrofísica sobre “Escrever com a luz das estrelas”.

No dia 18 de novembro sobe ao palco a companhia Teatro Serra de Montemuro com a peça “Jardim das Estrelas e no dia 20 o público do TMG poderá assistir ao “Concerto para olhos vendados” de Luís Antero a partir de sons autóctones do concelho da Guarda.

Ainda para os próximos meses está prevista a rodagem de um ciclo de cinema alemão que conta com a colaboração do Goethe Institut.

O público do Teatro Municipal da Guarda pode reservar na agenda as datas de 25 de setembro para o concerto de Manuel João Vieira,17 de outubro para o concerto de Rodrigo Leão e a data de 27 de novembro para o concerto de Sara Tavares.

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Para realçar no Teatro, reserve as datas de 21 de novembro para assistir à atuação dos Gambozinos e Peobrados e Trigo Limpo Teatro ACERT com a peça “Em memória – ou a vida inteira dentro de mim”, no dia 12 de dezembro sobem ao palco do TMG Maria Rueff e Joaquim Monchique com a peça “Lar Doce Lar” e nos dias 17, 18 e 19 de dezembro não perca a atuação do Teatro do Calafrio com o trabalho “Bartleby”.

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Há muito para ver, sentir e viver no Teatro Municipal da Guarda que continua a dar cartas no panorama cultural da região.

Fotografia: Fernando Guerra; facebook oficial Rodrigo Leão