Vamos ao Teatro na Covilhã

Vamos ao Teatro? Ver e viver histórias maravilhosas.

Entrar em mundos mágicos que nos retiram do nosso mundo, mesmo que por apenas uns momentos. Ir ao Teatro é saudável, faz bem ao espírito e deixa-nos felizes!

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Na Covilhã começa, já no dia 30, o Festival de Teatro da Covilhã, nesta que é já a 35ª edição, com uma programação muito orientada para o público mais jovem, numa clara aposta na formação dos espetadores do futuro, afinal é de pequenino que se torce o pepino e devemos incutir o gosto pelas artes nos nossos jovens, para que se tornem adultos mais felizes, porque o teatro é isso, momentos de felicidade.

São 14 os espetáculos que fazem parte deste Festival que termina a 7 de novembro.

Peças de companhias como a ACTA – Companhia de Teatro do Algarve que visita a Covilhã pela primeira vez, a Companhia de Teatro de Braga, a Jangada Teatro, o Teatro Externo, a Karlik Danza Teatro, o Teatro Montemuro, o Cendreve e peripécia Teatro e ainda a banda de música Miss Manouche.

O Festival da Covilhã é da responsabilidade do Teatro das Beiras e nasceu da vontade de proporcionar um serviço público na área da cultura como elemento de coesão social e de combate ao isolamento.

Hoje é visto como um património consolidado e reconhecido, motivo de orgulho da população.

O Outono é a época de eleição para a realização deste Festival e mesmo que o frio se faça sentir na rua é no calor deste encontro que os anfitriões resistem ao inverno que sempre se segue.

Trata-se de um dos primeiros Festivais do género a ser organizado após o 24 de Abril e está intimamente ligado à história da descentralização teatral em Portugal, não só pela quantidade de companhias que nele participaram, mas também porque foi o ponto de partida para a organização de outros festivais, muitos dos quais ainda se continuam a realizar.

Apesar das dificuldades que o Teatro das Beiras enfrenta, à semelhança de muitas companhias deste nosso país, o Festival mantem-se e merece ser apreciado.

Na sexta-feira dia 30 de outubro, pelas 21h30, o Festival arranca com a apresentação da Peça “Nossa Senhora da Açoteia” de Luís Campião pela ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve. No sábado é a vez da Companhia de Teatro de Braga subir ao palco com “Um Picasso” de Jeffrey Hatcher, também pelas 21h30.

Às 11h00 do dia 2 de novembro sobe ao palco a Jangada Teatro com uma peça dedicada às crianças, “3 Porquinhos” de Luiz Oliveira. Também dedicada ao público mais jovem entra em cena às 10h30, do dia 3, a peça “Guerra é Guerra” de Horácio Manuel pelo Teatro Extremo.

No dia 4 de novembro os mais pequenos continuam a ser o público de eleição e podem ver, a partir das 14h30 os Karlik Dnza Teatro animarem o auditório com a peça “El Chef Chop Chop y el tak de Fidelia”.

No dia seguinte, às 11h00 sobe ao palco a Companhia de Teatro do Montemuro com a peça “Jardim das Estrelas” de Abel Neves.

O dia 6 começa com uma peça para os mais novos, “Cavaleiro, Procura-se” de Marco Ferreira e Sónia Botelho, a partir das 21h30. Ainda no dia 6, às 21h30 é a vez do Centro Dramático de Évora, com a peça “Bonecos de Santo Aleixo”.

No dia 7 de novembro, último dia do Festival, há espaço para a música com um concerto dos Miss Manouche às 23h00.

Antes deste concerto sobe ao palco a companhia Peripécia Teatro com a peça “Fardo”, às 21h30.

Os bilhetes custam 6€ para o público em geral, e 3 euros para sócios, maiores de 65 anos, jovens até aos 25 anos e desempregados. As crianças pagam o preço simbólico de 1€, caso o possam fazer, se não tiverem possibilidade a entrada será gratuita, porque a arte não pode ser negada aos mais novos pela sua incapacidade financeira!

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