A Corrida pode ser colorida

Correr não é para todos. Nem todos sentem a adrenalina a fluir pelas veias quando correm. Nem todos gostam de sentir o corpo dorido, nem ficam de “alma lavada” depois de uma corrida.

Há quem não sinta que a maratona é um desafio aos nossos limites. Há quem sinta que correr apenas nos deixa cansados e, por isso mesmo, não gostam e não vêm prazer nenhum no ato de correr.

Há, no entanto, uma corrida que ninguém pode perder.

Uma corrida onde o cansaço não chega, onde a adrenalina está nos risos e onde, apesar de não se poder “lavar a alma”, se pode colori-la, assim como os cabelos, roupa, calçado, pele e tudo o resto que possa servir de tela! Falo da Corrida Colorida que tem invadido algumas cidades deste país. Desta vez a invasão de cor e alegria vai atingir a Covilhã, e é já no dia 12 de setembro.

Promete ser o evento mais colorido da Covilhã e, francamente, poucos eventos podem fazer frente a este no que diz respeito a cor, já que serão despejados e atirados milhares de sacos de pó colorido que transformarão as ruas e os participantes em telas vivas de alegria e cor.

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Para participar convém fazer a inscrição e comprar o Kit que inclui mochila, t-shirt, bandana, 5 sacos de tinta, dorsal, entrada na aula de zumba e entrada na festa que encerra o evento. Podem consultar os locais de venda de Bilhetes na página de facebook do evento em ww.facebook.com/events/486064214895444 .

A corrida começa às 17h00 no Grupo Desportivo da Mata seguindo em direção à Praça do Município rumo ao Jardim público, daqui segue até ao Polo IV, passa no Calvário e termina onde começou.

É muito mais que uma corrida, é uma festa em movimento onde a alegria e a cor são dominantes. Junte-se a esta festa que promete Colorir a Covilhã!

 

 

Conheça o rally dos clássicos!

Quem não gosta da emoção das quatro rodas? O ronronar do motor. A adrenalina de assistir a uma corrida automóvel.

É o que poderá experienciar nos próximos dias 5 e 6 de setembro nas Serras do Luso e Caramulo, com a particularidade de este Rally não ter exemplares automóveis de última tecnologia, mas sim exemplares históricos, o que aumenta o seu interesse!

É já este fim-de-semana que se realiza a 9ª edição do Rally Histórico Luso-Caramulo, o único Rally co-fundador do Caramulo Motorfestival.

O ponto de encontro será no Grande Hotel do Luso e começara com um percurso de prova que ligará a Vila de Luso a Arganil, percorrendo as estradas que farão reviver locais onde foram disputadas as lendárias provas de classificação dos TAPs e Rally de Portugal.

O almoço será em Arganil, a capital do despoeto motorizado, seguindo o Rally Histórico para Góis, Penacova e Bussaco, por paisagens únicas e deslumbrantes.

Na Serra do Bussaco terá lugar a prova de perícia no Monumento do Obelisco com alguns pormenores à “Le Mans”.

A prova continua no domingo na Rampa da Fundaçao Bussaco a caminho da Cruz Alta. O percurso segue até ao Caramulo Motorfestival.

Inserido no Caramulo Motorfestival este evento é dedicado aos automóveis e motociclos clássicos e desportivos. O Motorfestival combina a competição de um Rally e de uma rampa, na qual, através de um conjunto de acções lúdicas e turísticas, fazem deste evento uma experiência única.

 

 

 

No Fundão come-se bem!

Nesta vida existem muitos pecados.

Consta que são sete os mortais e, quem pela Serra passa ou vive não consegue controlar um dos sete pecados em especial – o da Gula.

A culpa não é da nossa incapacidade de controlar o ímpeto de fincar o dente nas coisas deliciosas que por aqui há.

A culpa é delas mesmas, desses petiscos pecaminosos! E sabem o que mais? Deixemo-nos ceder à Gula, até porque com Festivais Gastronómicos como o que vai decorrer no Fundão a partir do dia 4 e até ao dia 20 de setembro não dá mesmo para controlar o apetite nem para dominar dietas. Aliás, que se danem as dietas e se no final acabarmos no inferno ao menos vamos consolados!

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“Aqui come-se bem” é o nome do Festival dedicado aos sabores da Transumância que é como quem diz, dedicado a comida muito, mas muito boa, e ainda por cima feitos por quem é perito na arte das panelas!

Neste Festival vão participar 21 restaurantes do concelho do Fundão, como o Restaurante As Tílias, Boguinhas, Cantinho dos Grelhados, Hermínia, Marisqueira Bela Vista, Moagem D’Avó, O Alambique, O Beiral, O Eclipse, Snack-Bar Sitio Vale, todos estes no Fundão. Mas há mais por este concelho fora como o Fiado Restaurante na freguesia de Janeiro de Cima, O Lagarto em Castelo Novo, Gruta da Beira, calhambeque, O Mário e o papas e Migas em Alcaria, em Alpedrinha pode visitar o restaurante Cerejal, e em Pêro Viseu o Casa da Eira, participam ainda os restaurantes Martinho no Salgueiral, O Fernandes em telhado e o Pipo em Souto da Casa.

Este Festival Gastronómico não é um Festival comum.

A regra é que sejam criados ou recriados pratos típicos regionais ligados à Transumância e, para este ano, a organização tem uma inovação: o Passaporte Gastronómico que é o convite perfeito para este roteiro gastronómico e que faz com que ao deliciar-se com os pratos regionais ainda ganhe vantagens.

Cada cliente tem direito a um carimbo que lhe dá acesso a vários descontos e ofertas. Por exemplo, na primeira refeição terá direito ao seu passaporte e ao primeiro carimbo que lhe dará acesso a um desconto de 25% nas atividades de aventura do Parque do Convento (aqui poderá queimar as calorias que acumulou nos repastos), o segundo carimbo dar-lhe-á um desconto de 5€ no aluguer de segway (porque isto de comer bem pode dar preguiça e este veículo sempre ajuda na deslocação). Ao terceiro carimbo ganhará um carimbo que lhe garante 30% de desconto em compras no Posto de Turismo do Fundão (pode começar já a pensar nas lembranças para oferecer no Natal àqueles amigos do litoral). Ao quarto carimbo garante 5% de desconto na próxima refeição. Ao quinto ganha um cabaz com produtos regionais do Clube de Produtores do Fundão.

Com 3 carimbos de Festivais Gastronómicos e de Restaurantes distintos (no mínimo 2), ganha um fim-de-semana de alojamento nas Casas da Mina – Hostel, com pequeno-almoço incluído para 4 pessoas.

Se há motivos para cedermos ao pecado, este é um dos melhores. O verão está a acabar, despeça-se dele de barriga cheia!

 

 

A Chocalhar é que se está bem!

Já é uma tradição. O ponto de encontro de amigos dos amigos e familiares dos familiares. São milhares os que acorrem a esta festa dos Chocalhos e marcam a data, religiosamente, nas suas agendas.

Os Chocalhos – Festival dos Caminhos da Transumância tem lugar todos os anos no terceiro fim-de-semana de setembro e este ano calha nos dias 18, 19 e 20 em Alpedrinha, no Fundão.

É já a 14ª edição de um Festival que passa as fronteiras do comum.

Aqui toda a aldeia de Alpedrinha é o palco do evento.

Há animação de rua com vários grupos locais e nacionais a percorrerem as artérias da terra, misturando-se com os visitantes numa amálgama de som e cor. Haverá atividades no Terreiro de Santo António que vão promover o património material e imaterial do universo da pastorícia da Beira Interior, com conversas, oficinas, apontamentos musicais, mostras de artesanato e produtos da terra.

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Quem visitar Alpedrinha, no Fundão, por estes dias poderá acompanhar um rebanho e juntar-se ao Pastor e sê-lo por um dia, por um dos caminhos da transumância, no final a recompensa é festa, animação de rua e deliciosos petiscos pelas diversas tasquinhas que marcam presença neste evento.

E é aqui, nas tasquinhas, que está um dos aspetos diferenciadores desta festa que mistura ovelhas e homens, música e boa comida.

Durante estes dias quem visitar Alpedrinha é convidado a entrar nas casas e experienciar a verdadeira hospitalidade Beirã.

Nestes dias todos são amigos e todos têm a oportunidade provar os produtos da região que cada um possui nas suas casas, transformando a aldeia numa enorme família de portas abertas por onde todos podem circular livremente experienciando a comunidade como um todo e sendo parte dela.

É o sitio ideal para “provar” a Serra porque, por aqui, a gastronomia vai muito além dos petiscos e dos pratos tradicionais. Aqui a gastronomia é um conjunto de fatores, sabores e saberes. Aqui não se degusta apenas. Apuram-se outros sentidos. O sentido de comunhão e partilha. Esta é a Serra que todos devem conhecer. Assim se saboreia o verdadeiro gosto da Serra da Estrela.

O resultado do esforço e do trabalho é aqui dado a provar. E quem prova, vive, gosta e volta no ano seguinte com mais amigos!

Todo o Festival dos Chocalhos é uma amálgama de gente e uma celebração ao que de genuíno existe na Serra.

Alpedrinha é famosa pelos seus embutidos em madeira, trabalhos em ferro, cestaria e loiça preta, com uma arquitetura magnifica, merecedora da nossa visita.

Desde tempos perdidos na memória que, com a aproximação do estio, os pastores desta região viam-se forçados a subir à Serra da Estrela com os seus rebanhos em busca de melhores pastos. Com a aproximação do Inverno, os pastores faziam o caminho inverso.

São estes caminhos as Rotas da Transumância, e por eles viajavam mais do que rebanhos e pastores, seguiam as suas culturas, memórias e tradições.

A Transumância é, portanto, o deslocamento sazonal de rebanhos para locais onde os pastos eram mais férteis.

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São estas celebrações que fazem com que a memória e  cultura passem de geração em geração.

No terceiro fim-de-semana de setembro os nossos caminhos cruzam-se com os da Transumância, rumo a Alpedrinha onde todos vamos Chocalhar!

 

 

CineEco, Cinema com consciência ambiental

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Tem-se assumido como um festival de referência e tem ganho cada vez maior projeção por este mundo fora.

Falo do CineEco que decorre todos os anos em Seia no mês de Outubro.

O CineEco – Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela, é o único festival de cinema nacional dedicado à temática ambiental, no seu sentido mais abrangente.

O formato do certame assenta num conjunto de atividades desenvolvidas ao longo de uma semana, incluindo várias atividades que vão desde concertos a conferencias passando por workshops, exposições e, claro, filmes em competição e vários ciclos de cinema.

O CineEco oferece cinema de qualidade e cinematografias pouco conhecidas e alternativas em relação ao mercado tradicional, procurando cativar novos públicos, sensibilizando-os para o cinema, a sua história e estética.

Para a edição deste ano que decorrerá de 10 a 17 de outubro na Casa Municipal da Cultura de Seia, já foi apresentada a seleção oficial, este ano inspirada na Encíclica do Papa Francisco, divulgada pelo Vaticano em Junho passado, com o nome “Laudato Si”,  sobre o cuidado da Casa Comum”, um importante manifesto que coloca, pela primeira vez, a Igreja Católica no centro do debate ambientalista e climático antecipando, de certa forma, a discussão da Conferência Mundial sobre as Alterações Climáticas, a ter lugar em novembro.

O CineEco deste ano conta com 80 filmes, de 20 países, repartidos por Longas e Curtas Internacionais, Séries e Documentários de Televisão, Longas e Curtas da Lusofonia e Panorama Regional.

‘A Hora do Lobo’ de Jean-Jacques Annaud, (o realizador de ‘Sete Anos no Tibete’, ‘O Nome da Rosa’ e ‘O Urso’), tem uma antestreia no CineEco, como filme de abertura antes de chegar às salas comerciais na semana seguinte.

O filme é uma ficção de aventuras, com preocupações ambientalistas no que diz respeito à história sobre uma espécie em riscos de extinção que durante séculos, incluindo na Serra da Estrela, estabeleceu uma relação de mútuo respeito com o Homem.

‘A Hora do Lobo’ conta a história de um estudante chinês no tempo do maoismo, que é enviado para o interior da Mongólia para ensinar a ler os pastores e os aldeões locais e fica a saber que a população de lobos está ameaçada pelas decisões de um funcionário do governo central.

‘Muros e o Tigre’, da realizadora Sushma Kallam, um documentário de 83 minutos, passado na Índia, que analisa a necessidade de equilíbrio entre progresso económico, inclusão social, defesa do ambiente e como integrar industrialização e agricultura de forma sustentável é o Filme de Encerramento.

Nas longas-metragens da Competição Internacional, destacam-se filmes que advogam as várias ramificações da crise ambiental mundial, que são abordadas no texto do Papa Francisco: mudar o nosso estilo de vida (‘Todo o Tempo do Mundo’, de Suzanne Crocker, Canadá ou ‘Ao Contrário (com légumes)’, de Anne Closset, Bélgica e ‘Global Shopping Village’, de Ulli Gladik, Áustria/Croácia), substituição dos combustíveis fósseis (‘Gelo Negro’, de Maarten van Rouveroy van Nieuwaal, Holanda/Rússia), biodiversidade (‘Contenção’, de Peter Galison & Robb Moss, EUA), água, energia e resíduos, (‘Planetário’, de Guy Reid, Reino Unido/EUA e ‘Movimento’, de Ellard Vasen, Holanda), poluição do ar (MaldiMare, de Matteo Bastianelli, Itália), tecnologia (Procurando Desesperadamente uma Zona Limpa’, de Marc Khanne, França), catástrofes naturais provocadas pelas alterações climáticas (Paraíso, de Nash Ang, Filipinas).

Estes e outros temas com enfoque ambiental, farão parte da vasta programação do CineEco 2015, que este ano assinala a sua 21ª edição com um conjunto de atividades paralelas e uma parceria estratégica com a empresa Endesa.

 

 

Art Fest, a Festa da Arte

A Arte vai andar à solta pela Vila de Vouzela já nos dias 4 e 5 de setembro, com um programa muito recheado de espetáculos para todos os gostos, onde se articula, de forma coerente, eventos artísticos contemporâneos e expressões inovadoras de culturas rurais de Portugal, Espanha, França e Itália.

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O Festival de Arte de Vouzela arranca com a Inauguração da Exposição Multimédia: Re-Tramontana: Ecos e Olhares, na Biblioteca Municipal.

Às 21h30 do dia 4 o pano do Cinetratro João Ribeiro abre para a Peça de Teatro “A Queda, a partir do Limbo da companhia DEMO de Guimarães.

Às 23h30 a música invade o Festival com o concerto dos Lafões Electro Mix de S. Pedro do Sul no Palco 1 do Anfiteatro.

À meia noite é a vez de Arte Sonora: URKOR de Espanha, seguido, depois de meia hora, do concerto de Memoirs of a Secret Empire (Post-Rock) de Vouzela.

A noite termina com uma After-Hours com um frente a frente entre PUMA e TIGER no palco 2.

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O dia 5 amanhece com a Conferência “Património Rural e Inovação Cultural”, no Auditório 25 de Abril. Às 15h00 altura para uma Jam Session seguido de um set do Dj +Plus, às 17h00 sobem ao palco 1 os Papà Gahús vindos diretamente dos Pirinéus Franceses.

À noite, a partir das 21h30 é a vez do cinema tomar o seu espaço neste Festival com uma sessão ao Ar Livre do filme documentário “Diálogos entre o rural e o urbano”.

Às 23h00 tocam os Lavoisier seguidos dos Equations do Porto. A noite termina com uma After-Hours a cargo de Triciclo com João Mortágua de Espinho.

A edição deste ano do Vouzela Art Fest tem co-organização do Município de Vouzela e da Binaural/Nodar, passando o evento a fazer parte da programação integrada “Lafões Terra de Cultura”, a qual obteve recentemente o primeiro lugar a nível nacional nas candidaturas para apoios financeiros tripartidos da Direção Geral das Artes.

 

As Músicas que os Vinhos Dão, o Dão tem Musical!

Ir à Feira do Vinho do Dão é aproveitar para ficar a conhecer alguns dos melhores vinhos de Portugal e que, por acaso, são feitos na Região Demarcada do Dão.

Nelas assume-se como sendo o “coração” desta região, não apenas pela sua posição geográfica mas também porque é o concelho que mais vive este vinho, celebrando-o anualmente naquele que é o maior evento do género da região. Mas desenganem-se aqueles que julgam que a Feira do Vinho do Dão é indicada apenas para apreciadores de vinho e que, caso não o seja, irá perder o seu tempo. Pois, como disse, desenganem-se, nesta Feira onde o vinho do Dão, de facto é Rei, há muito para ver e fazer, porque se o Vinho é Rei a gastronomia é Rainha e a Música compõe o reino e em grande!

Ao contrário das Feiras a que estamos habituados, na Feira do Vinho do Dão, a música assume contornos de requinte, sendo a cereja no topo do bolo.

Aqui não há lugar para bandas populares nem bailaricos desenfreados, aqui a Música conta histórias e está elevada à categoria de espetáculo Musical.

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Surpreenderam na edição do ano passado e este ano decidiram ser ainda mais grandiosos, assim sendo, a Associação Contracanto de Lapa do Lobo , pelas mãos de António Leal e pelas palavras de Sandra Leal, reuniram um elenco de atores de luxo que conta com nomes como Vítor de Sousa, Sissi de Sousa, Rúben Madureira, Catarina Matos ou Márcia Borges e um conjunto de vozes que prometem maravilhar como as de Yola Dinis ou de Sofia de Castro, e produziram um espetáculo que promete mais novidades e mais histórias em torno do mundo do Vinho do Dão.

Durante as noites de 4, 5 e 6 de setembro o Taberneiro e as suas gentes irão fazer as delicias de todos os que visitarem a Feira do Vinho do Dão, independentemente da idade que tenham porque, ao contrário do que à partida possamos pensar, esta Feira é para todas as idades, porque o Mundo do Vinho do Dão vai além do próprio vinho.

O Musical “As músicas que os vinhos Dão” deste ano será, mais uma vez, uma viagem às Terras do Dão. Muita música, muita cor, muita dança e um fantástico elenco de vozes que se juntam na alegria de cantar o Dão.

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O Taberneiro vai abrir mais uma vez as portas da taberna e receber de coração cheio o povo cansado, mas orgulhoso da vindima.

Entre brindes, discussões, alegrias e confissões, a taberna este ano “guarda” as histórias de Amor: o Amor impossível, o Amor perdido, o Amor secreto, o Amor jovem e o Amor pelo Dão.

Quem assistir a “As músicas que os vinhos Dão” deste ano vai apaixonar-se por Rosinha, chorar com Carmencita, emocionar-se com Santiago e rir com os taberneiros.

Este ano, “As músicas que os vinhos Dão” revelam segredos, cantam dores e prometem a Felicidade!

Com a duração de cerca de 50 minutos, “As músicas que os vinhos Dão” pretende, uma vez mais, enaltecer o vinho, o Dão e, principalmente, “a verdadeira alma de uma região”!

Após cada espetáculo terá lugar uma Wine Party que levará todos madrugada dentro com muita música a cargo de alguns Dj’s, com cocktails especialmente desenhados para a ocasião. A entrada e a bebida é gratuita. Querem mais motivos para conhecer a verdadeira alma de uma região?

 

 

 

Conheça o teatro mais pequeno do mundo

Gosta de teatro? É daquelas pessoas que não perde uma oportunidade de assistir a uma peça?

E que tal ver uma absolutamente diferente, intimista e especial? Venha, amanhã dia 22, até ao Jardim José de Lemos na Guarda, pelas 16h30, e venha ver o Teatro mais pequeno do Mundo!

Para quem está habituado a assistir a uma peça num palco dentro de uma sala, esta será uma experiência, no mínimo, diferente já que este Teatro é o mais pequeno do mundo, tão pequeno que cabe numa roulote clássica.

A caravana da Penélope é um local especial e todos os anos levava uma família a passar férias inesquecíveis pelo mundo fora, agora, 35 anos depois, renasce e é o teatro mais pequeno do mundo.

Amanhã, sábado, venha até ao Jardim José de Lemos, neste teatro entram apenas 15, 20 ou 30 pessoas de cada vez que assistem a uma performance que dura entre 5 a 10 minutos.

O que se passa dentro da Caravana da Penélope? Ninguém sabe, mas é algo mágico e imperdível!

 

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Mais 50 motivos para Feirar

A Feira de S. Mateus não para de surpreender batendo o record de visitas com cerca de 52 mil visitantes num só dia (dia 12 de agosto).

O programa vai mais ou menos a meio e parece que a vontade de Feirar veio para ficar até ao final com mais de 200 mil visitantes até ao momento.

Ainda há muito para ver e experienciar na edição deste ano com a organização a lançar um cartaz com mais 50 “micro-eventos” a acontecerem na Feira de S. Mateus até o último dia, a 13 de setembro entre o espaço da Feira, Stand da Cidade e Info Point da Feira, junto à Porta de Viriato.

Entre esses eventos estão os momentos de programação do dia de Viriato a 30 de agosto, oito sessões de magia pelas mãos do Zé Mágico, que acontecerão na Feira e no Funicular de Viseu, visitas guiadas à cidade e à Feira, três oficinas de sabão artesanal e o lançamento do “Sabão Grego”, cinco conversas de fim-de-tarde sobre memórias e tradições da Feira, dezenas de provas de vinhos, atuações musicais e Dj sets.

Ainda incluídas nesta agenda estão duas noites de cinema debaixo das estrelas, a 30 e 31 de agosto, com a rodagem dos filmes “Aniki Bobó”, de Manuel de Oliveira, e o Circo com os irmãos Marx na grande tela da Feira de São Mateus.

Para o último dia do evento está agendado o 1º Campeonato de Matraquilhos de São Mateus, com inscrições livres.

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Pode consultar todos os eventos no site da feira.

Entretanto continua a animação constante na Feira com os visitantes a poderem assistir aos concertos do Coro Mozart no dia 21, os Xutos & Pontapés invadem a Feira no sábado dia 22 e Ricardo Azevedo anima os visitantes no domingo dia 23. O

s grande nomes a subirem ao palco até ao final do evento são os de Daniela Mercury no dia 28 de agosto, Anselmo Ralph no dia 29, Diabo na Cruz no sábado dia 5 de setembro e os D.A.M.A no domingo dia 6.

O nome maior que vai encerrar a Feira de S. Mateus deste ano é o de José Cid que sobe ao palco no dia 12 de setembro.

Há muito motivos para continuar a feirar como se não houvesse amanhã em Viseu!

 

 

Acudam Almeida! Estamos a ser atacados!

Estamos em 1810. Mais concretamente a 15 de agosto de 1810. Os soldados de Napoleão espalham o caos pela Europa seguindo os desígnios imperiais do seu mandante.

Portugal não escapa à demanda e é invadido pelos franceses vestidos de azul. Estamos no inicio da terceira invasão Francesa. Almeida é palco de duras batalhas e a sua praça-forte está sob o comando do Coronel William Cox. As forças sitiantes eram as unidade que constituíam o VI Corpo do exército.

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Ouve-se o estrondo! Uma forte explosão no paiol deixou a praça incapacitada para a defesa e, perante a reação adversa de alguns oficiais portugueses, Cox aceita a capitulação.

No dia 28 de agosto de 1810 a guarnição entrega a praça aos franceses.

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Há mortos e feridos. Mulheres e crianças em desespero. Homens desolados.

Perdemos a batalha e não conseguimos defender a nação.

À terceira foi de vez. Apesar da imponência desta fortaleza que é Almeida, uma das mais importante da nação.

Regressados a 2015 vemos uma Almeida que continua imponente e orgulhosa do seu património.

As feridas já foram lambidas e a nação continua a pertencer aos portugueses – Napoleão não conseguiu seguir os seus intentos – e agora Almeida segue tranquila a viver a paz dos seus dias beirões.

Mas Almeida não esquece o passado e é necessário lembrá-lo para que as gerações atuais e futuras percebam que a nossa soberania pode ser colocada em causa num ápice – nenhuma muralha é impenetrável – e a 28 de agosto esta vila vai viajar no tempo e durante 3 dias voltará a ser atacada pelas tropas de Napoleão.

A recriação histórica do Cerco de Almeida é surpreendente pelos pormenores e pela encenação realística e imprevisível.

Vale, por si só, a visita mas, por estes dias, Almeida torna-se atração pelo seu Mercado Oitocentista, pela animação noturna e, para os aficionados e estudiosos, vale pelo Seminário Internacional que atrai especialistas e historiadores que, nesta Vila, trocam ideias e desenvolvem teses.

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Este evento supera todas as expectativas conseguindo reunir centenas de recriadores históricos, provenientes dos quatro cantos da Europa, figurantes que tornam este evento uma verdadeira aula viva de história nacional, europeia e militar

Para este ano estão prometidas algumas novidades, aliadas ao programa, com a presença de recriadores históricos alusivos à época da chamada Guerra da Restauração (séc.XVII), que irão fazer desmonstrações de táticas e técnicas de combate deste período da história.

Este é um evento a não perder e que enche de vida a Vila de Almeida que durante os dias 28, 29 e 30 de agosto vive um programa intenso recriando a batalha final que fez com que Almeida se rende-se às tropas francesas de Napoleão Bonaparte.