E o melhor vinho da Beira Interior é de Marialva!

As Casas do Côro em Marialva voltaram a dar cartas este fim-de-semana e desenganem-se aqueles que pensam que o reconhecimento tem alguma coisa a ver com o empreendimento que conhecemos, o vinho agora também dá cartas.

Desta vez as casas do Côro destacaram-se pela sua produção de vinho vencendo o prémio de melhor vinho a Concurso na competição promovida pela Comissão Vitivinícola Regional da Beira Interior, o NERGA e a AEBB, o Concurso de Vinhos da Beira Interior.

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O “Casas do Côro Family Harvest 2011” um tinto DOC, venceu esta oitava edição demonstrando os esforços destes empresários em construir e promover um empreendimento de qualidade superior que não se limita apenas à oferta hoteleira, demonstrando ser um ótimo destino turístico e gastronómico.

Nesta edição concorreram 27 produtores, com vinhos tintos, brancos, espumantes e frisantes, num total de 75 garrafas. O jantar de gala decorreu em Idanha-a-Velha.

Este concurso serve, mais que tudo, para marcar a posição dos vinhos produzidos nesta região no mercado nacional, demonstrando a evolução dos mesmos e a sua elevada qualidade.

1 reply
  1. Mário Agostinho
    Mário Agostinho says:

    É com um misto de orgulho e também com alguma emoção que recebo esta noticia, porquê? Primeiro porque minha mãe nasceu e viveu até adulta em Marialva, aldeia onde eu passei muitas férias de verão com os meus familiares (apesar da distância, que nos anos 60/70 se tornava maior, pois não havia nem 1 Km de auto-estrada e os carros eram o que eram), que aos poucos foram emigrando, principalmente para França. Depois, o meu pai, pequeno comerciante em Torres Vedras, foi “Agente revendedor” dos vinhos da Adega Cooperativa de Mêda, à altura presidida pelo senhor Ilídio Mafalda (salvo erro era esse o nome) que vivia em Marialva. Hoje, para mim, Marialva é nostalgia e é sobretudo saudade, uma vez que há mais de 20 anos que não vou lá. Já não tenho lá família (que eu saiba), portanto é difícil a estadia e embora gostasse muito de poder alojar-me nas Casas do Côro, presentemente a minha carteira não o permite. Ficam as lembranças e a vontade de voltar um dia.

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