Tem Vistacurta?

Os aficionados do cinema podem começar a esfregar as mãos e se forem daqueles que gostam de fazer cinema, melhor ainda.

Estão abertas as inscrições para o Vistacurta – Festival de Curtas de Viseu que procura das a conhecer a produção audiovisual ligada a Viseu e à região. O Vistacurta já divulgou centenas de filmes, contando com apresentações paralelas e momentos em que a divulgação e o estudo do Cinema, como arte e cultura, nos seus múltiplos aspetos, são pensados, sendo que o programa se constitui como polo de relevo no panorama cultural e, em particular, do cinema e audiovisual na região.

O festival está com inscrições abertas até dia 30 de junho, por isso se quiser participar faça a sua inscrição no site do Festival e habilite-se a prémios no valor de 2000 euros.

As primeiras seis edições deram a conhecer um importante tecido criativo, com toda a diversidade que manifesta, do documentário à animação, ficção e cinema experimental, colocando a curta-metragem no radar dos principais focos criativos da região.

Entretanto foi lançado o DVD com os seis filmes vencedores das edições do Vistacurta. O DVD, que custa 4 euros, reúne filmes de Rui Silveira,Pedro ResendeJoão BordeiraJéremy PouivetEduardo CorreiaMargarida MadeiraLuís Azevedo e Alexandre Marinho, e será distribuída pelas escolas e bibliotecas do distrito, cine clubes e festivais de cinema nacionais.

O festival foi criado em 2010, tendo em vista descobrir e dar a conhecer a produção audiovisual ligada à região de Viseu. A divulgação da produção e dos realizadores continua a motivar o VISTACURTA – Festival de Curtas de Viseu, que tem a próxima edição agendada para Setembro.

 

Mais cinema:

Deolinda e Ciclo de Jazz animam TMG

O Teatro Municipal da Guarda já deu a conhecer a agenda para os próximos três meses, apresentando-se como a mais internacional dos últimos anos, já que vai trazer à Guarda artistas de vários países.

deolinda

Até julho são vários os espetáculos que irão animar o TMG e o público da Guarda, numa programação transversal e que procura chegar a todo o tipo de público. Da agenda podemos destacar o concerto dos Deolinda no dia 27 de maio e de Maria João com o projeto Ogre no dia 11 de junho, este último inserido no Ciclo Guarda In Jazz.

Junho será um mês dedicado ao Jazz na cidade mais alta com o Ciclo Guarda In Jazz que trará vários nomes do Jazz ao TMG como o duo Filipa Lopes e Pedro Vieira de Almeida no dia 2, o projeto Spinifex, no dia 3,  Trio de um Grilo que atuam no dia 4, o mesmo dia em que sobem ao palco o Ensemble Super Moderne, a Espécie de Trio e com o Eduardo Cardinho Quinteto atuam no dia 9.

O ciclo conta também com uma Oficina de Jazz orientada por Paulo Perfeito que acontecerá no dia 4 e o Filme “Chico e Rita” no dia 7.

A agenda do TMG não se faz apenas de música, com o Teatro a marcar presença no novo trabalho do calafrio “Diário de um louco” que estreia dia 21e pode ser visto até 23 de abril e do Teatro das Beiras com “Clube dos Pessimistas” que sobe ao palco no dia 16 de junho e ainda o espetáculo “I Can’t Breathe” de Elmano Sancho a 25 de maio.

Também o Café Concerto recebe vários espetáculos nos próximos três meses. Para ver a guitarra erudita de Dominique Phillot a 14 de abril, os blues de Tim Holehouse a12 de maio e de Spookyman a19 de maio, a “Poppulli Musica” de César Prata apresenta-se a 30 de junho, a pop dos Alice pode ser vista a 7 de julho e, entre a tradição e o jazz “Azul Espiga” de Alberto Rodrigues a14 de julho.

Mas há muito mais para ver e descobrir nos próximos três meses no TMG. Estaremos atentos!

 

Sabia?

Festival da Primavera em Viseu

Apesar das previsões nos levarem a considerar o contrário, a Primavera já começou.

Esqueçamos o frio e a chuva que teimam em manter o inverno por cá e vamos celebrar a nova estação, mesmo que seja preciso recorrer a exercícios complexos de imaginação…

Viseu quer celebrar a Primavera e fá-lo em grande com o Festival de Música da Primavera que decorre durante 27 dias! Esta será a 9ª edição e decorrerá entre os dias 8 e 30 de abril, altura em que, esperamos, o inverno já nos tenha deixado!

Este é um Festival que conta, igualmente, com um concurso internacional de guitarra e vai ter a participação de 368 músicos nacionais e internacionais, das áreas da guitarra, piano, saxofone e bandeneon, em 27 concertos.

Este Festival quer chegar a todos, mesmo àqueles que não podem vir aos concertos, levando música a mais de 500 pessoas de diferentes instituições, entre as quais o Estabelecimento Prisional de Viseu, Lar Viscondessa de São Caetano, a Associação Portuguesa Pais e Amigos Cidadão Deficiente Mental (APPADCM) e ala pediátrica do Hospital de São Teotónio, numa vertente que se quer, também pedagógica.

O Festival passará por 12 palcos e salas da cidade, como o Teatro Viriato, aula Magna do Instituto Politécnico de Viseu e Solar do Vinho do Dão.

Entre os dias 26 e 30 de abril decorrerá o Concurso Internacional de Guitarra de Viseu, com concorrentes de pelo menos seis nacionalidades. O vencedor levará para casa 8 mil euros e terá a oportunidade de atuar nos festivais de guitarra de Paris, Sevilha e Bratislava.

Nesta edição a organização convida todos a sentir, descobrir e viver a Música da Primavera na cidade de Viriato. Da música antiga, à música contemporânea, o público poderá desfrutar de concertos dedicados a vários instrumentos, música de câmara, orquestras, música elaborada e/ou executada com computador, e o cruzamento da música com outras artes.

Destaque, ainda, para as Masterclasses de Guitarra que irão decorrer de 26 a 30 de abril, destinadas a guitarristas de nível médio ou superior, músicos profissionais e professores de Guitarra e ministradas por Roberto Aussel, Jérémy Jouve, André Madeira, Peter Katona, Zoltán Katona. Cada participante ativo terá 3 aulas de 30 minutos cada sendo assegurada, pelo menos uma, aula com um professor da sua escolha.

Nos dias 15 e 16 terão lugar as Masterclass de Saxofone com os professores Samuel Maingaud, Michel Oberli, Guy Rebreyend, Frédéric Saumgne, também destinada a Saxofonistas de nível médio ou superior, músicos profissionais e professores de saxofone.

As Masterclass de Canto estão previstas para os dias 11 e 12 de abril e serão ministradas por Susan Waters.

 

Descubra Viseu:

Feira de São Mateus já mexe em Viseu

A Feira de São Mateus é o maior evento da região. Um evento que não deixa ninguém indiferente e que atrai à cidade de Viriato milhares de pessoas.

A Feira de São Mateus assume-se como um dos mais importantes certames da região na medida em que atrai pessoas de todo o país e de Espanha que durante cerca de um mês transformam a cidade de Viseu num dos destinos favoritos para a animação estival.

A edição deste ano já começa a ganhar forma e já foram anunciados alguns nomes pela organização.

Este é um evento que procura apostar num cartaz diversificado e transversal a todos os tipos de público, assim sendo, podemos encontrar nomes de diversos quadrantes musicais e para este ano já estão confirmados os nomes de David Carreira, Dengaz, C4 Pedro e Mico da Câmara Pereira.

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Este nomes começam a desenhar um cartaz que se espera ser surpreendente, atendendo ao sucesso que a Feira tem vindo a alcançar! Ficamos a aguardar mais nomes!

A Feira de São Mateus decorre de 5 de agosto a 11 de setembro e vai muito para além dos concertos, sendo um espaço privilegiado para quem quer fazer negócio, seja no artesanato, gastronomia, quinquilharia, doçaria, brinquedos ou nas diversões. As inscrições estão abertas até dia 31 de março e o regulamento pode ser consultado no site da Feira de São Mateus.

 

Mais Viseu:

Quantos Castelos Castelo Branco tem?

Marcas que o passado trouxe até ao presente, símbolos de uma dicotomia desconcertante:

tanto nos fascinam pela sua majestade e imponência, simbologia e importância nas fundações da nação e da nacionalidade, como guardam, marcados nas suas pedras, pecados insondáveis de batalhas perdidas e ganhas, de almas que ali viram as suas vidas chegarem ao fim, de traições, medos e anseios.

São mais que pedras, monumentos ou simples locais, são guardiões de memórias, cofres de segredos e a todos fascinam, sejamos adultos curiosos, ou crianças cuja imaginação corre desenfreada quando os visitam.

São castelos. Portugal tem muitos. Na HeartBeat somos fãs de castelos, das suas histórias, da sua beleza. Já aqui falamos dos muitos que existem no distrito da Guarda e hoje exploramos os que ainda resistem no Distrito de Castelo Branco.

São 10 os que ainda podem ser visitados, apreciados e, acima de tudo, valorizados.

 

Castelo de Castelo Branco

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Lá do alto vigia a região com majestade. Uma fortaleza de 1220 que defendia a linha do Tejo, a par do Castelo de Almourol, Monsanto, o Castelo de Pombal, Tomar e o Castelo do Zêzere.

Foram muitas as lutas que travou sendo várias vezes danificado pelos ataques castelhanos e até nas invasões francesas, destruindo o sistema defensivo de Castelo Branco. Depois da visita dos franceses de Napoleão a população utilizou as suas pedras para a construção de habitações.

A natureza também ajudou a que a sua destruição fosse agravada, com os sucessivos desabamentos de terras causados por inundações a deixarem marcas profundas neste Castelo.

Foram várias as obras de restauração, controversas já que muitos dizem que as mesmas alteraram as características do monumento. Restam alguns troços de muralha, a chamada Porta dos Pelames e a Torre do Relógio. Originalmente este seria um Castelo de planta pentagonal, com cinco torres. A

Torre de Menagem ou dos Templários encontra-se bastante danificada.

 

Castelo de Monsanto

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Claro que a Aldeia mais típica de Portugal tinha de ter um Castelo.

Lá no seu topo granítico, com o rio Pônsul à sua direita, este Castelo complementa aquilo que a Aldeia tem para oferecer e representa.

É um Castelo Medieval, construído sob a orientação do Mestre da Ordem D. Gualdim Pais, sendo ampliado e restaurado por ordens de D. Dinis um século depois, e mais uma vez intervencionado, uns séculos mais tarde, no reinado de D. Manuel I, onde os muros foram reforçados por cinco torres, a mais alta, ao centro, a de menagem.

Infelizmente, dessa estrutura, poucos elementos resistiram ao tempo chegando aos nossos dias, fruto das diversas batalhas que travou, e remodelações, como a que ocorreu no inicio do século XIX, com a Guerra Peninsular, na qual demoliram as cinco torres, construíram três novas baterias e a adaptação da igreja do castelo para paiol, que mais tarde veio a explodir.

O Castelo e Muralhas estão classificados como Monumento Nacional e está ligado a várias lendas. Vale a pena ser visitado!

 

Castelo de Penha Garcia

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Este é mais um dos Castelos cuja origem se admite estar ligada aos Templários, havendo quem atribua a sua edificação ao Rei Povoador, D. Sancho I, passando depois para as mãos dos Templários. Situa-se na freguesia de Penha Garcia, numa posição dominante na serra do Ramiro, sobranceiro ao vale do Rio Pônsul.

A sua destruição o foi acelerada pelos caçadores de tesouros, restando apenas alguns troços de muralhas. Mas nem tudo se perdeu. Em bom estado encontramos um canhão antecarga, de alma lisa na povoação.

Ligada a este Castelo temos uma lenda que conta que D. Garcia, alcaide do Castelo, numa noite de tormenta raptou a bela D. Branca, filha do poderoso governador de Monsanto, que o apanhou e condenou à morte.

D. Branca, piedosa, rogou ao seu pai que reverte-se a sentença. E assim foi. D. Garcia não foi morto, mas ficou sem o braço esquerdo pela sua ousadia.

De acordo com os locais, a figura lendária do decepado continua a vigiar, do alto das torres, o morro sobranceiro de Monsanto, vagueando pelas torres do Castelo.

 

Castelo da Sertã

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Vamos até ao misterioso Castelo da Sertã. Conta a lenda que a sua origem se deve ao um exilado militar romano de nome Sertório, que se aliou aos lusitanos, tendo sido, mais tarde assassinado à traição durante um banquete.

O nome da terra tem origem numa outra história que conta que, durante uma batalha contra tropas romanas, aquando da morte do chefe das tropas do castelo, a sua esposa Celinda, tomou as rédeas à situação e liderou a defesa, lançando azeite a ferver sobre os romanos com uma grande frigideira que usava para fritar ovos no dia a dia (sertage), ganhando tempo para que chegassem reforços, obrigando os romanos a recuarem.

É daqui, desta frigideira que nasce o nome Certã, posteriormente, Sertã. Lenda perpetuada no brasão de armas da vila. Apesar da lenda não há provas que corroborem a sua edificação no período romano, havendo vestígios que remontam ao séc. X.

Trata-se de mais um Castelo que passou pelas mãos dos Templários. O abandono deste Castelo no século XVII levou à sua completa ruína e o que resta dele ainda não está classificado como Monumento Nacional.

Aguardemos a sua classificação.

 

Castelo de Belmonte

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Este é o ex-libris da vila de Belmonte.

A sua mais preciosa jóia. Do alto da vila vigia a região e contempla a Serra da Estrela. D. Sancho I terá sido quem mandou edificar este Castelo, tendo sido melhorado a mando de D. Dinis, tendo sido acrescentada a Torre de Menagem.

Ao longo dos séculos foi passando de “mão em mão”, tendo sido a sua defesa modernizada aquando da Guerra da Restauração, com a construção de alguns baluartes.

No inicio do século XX foi usado como prisão e desde que foi classificado como Monumento Nacional tendo sido, desde então, diversas vezes intervencionado para restauro, sendo, hoje em dia, utilizado para atividades culturais. O Castelo tem a fachada principal orientada para sul, com uma porta encimado pelas armas dos Cabral, cuja memória está também presenta nas ruínas do antigo Paço onde residiram.

 

Castelo de Penamacor

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Também conhecido por Fortaleza de Penamacor, é um Castelo templário e ergue-se num cabeço rochoso entre a ribeira de Ceife e a ribeira das Taliscas.

Apesar da ocupação romana na zona, este castelo deverá ter asido erigido por volta de 1210. Como o povo crescia, D. Dinis terá mandado construir uma segunda cintura de muralhas e a Torre de Menagem. Sob o reinado de D. Fernando foi iniciada uma barbacã para complemento da defesa do Castelo.

Mais tarde, devido à sua localização estratégica, o castelo foi reforçado.

Entretanto a Torre de Menagem que servia de paiol, explodiu, mas o verdadeiro declínio da edificação acontece com a delapidação das muralhas para construção de habitações. Só em 1940 é que as mentes despertam para a necessidade de preservação do castelo.

Restam a Torre de Menagem, uma porta de entrada para a antiga vila e parte dos antigos baluartes seiscentistas.

 

Castelo de Idanha-a-Velha

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A Torre dos Templários. Conjunto de defesas da antiga vila que se constituía, à época medieval, por uma torre e pela antiga cerca da povoação.

Não há muito que dizer acerca desta Torre.

Já a sua povoação, uma das mais antigas do país, cujo conjunto arqueológico e arquitectónico está classificado como Monumento Nacional, considerada uma aldeia-museu, com um dos mais ricos espólios do país.

 

Castelo de Idanha-a-Nova

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Deste Castelo restam ruínas e histórias.

Nascido pelas mãos dos templários, a estrutura obedece às mesmas linhas arquitectónicas características dos templários, nos Castelos de Almourol, Monsanto, Pombal, Tomar e Zêzere.

Hoje em dia as suas ruínas são uma das principais atrações municipais.

 

Castelo de Castelo Novo

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Na vertente leste da serra da Gardunha, na aldeia histórica de Castelo Novo, no Fundão, encontramos o seu castelo, cuja existência remonta ao século XIII, e com ligações aos templários.

D.Dinis manda reforçar as suas defesas, hipótese fundamentada nos vestígios de adarves e ameias dionisinas num dos troços da muralha.

O terramoto de 1755 foi cruel também com este castelo, tendo sido muito danificado. Sofreu algumas obras de restauração em 1938, mas nunca se viu ser classificado nem em vias disso.

Ao abrigo da Arqueonova, no âmbito do Programa Aldeias Históricas de Portugal, foram descobertos centenas de vestígios da sua ocupação medieval, como moedas do tempo de D. Sancho I, peças em ferro, cobre e cerâmica que podem ser vistas no Núcleo Museológico de Castelo Novo.

Está 650 metros acima do mar e é um exemplar da arquitetura militar no estilo gótico e manuelino, com planta irregular orgânica. Há ainda duas portas, a leste e a oeste. No troço oeste encontramos adarves, ameias e merlões em bom estado de conservação. Na Praça de Armas erguem-se as torres sineira, com cornijas e quatro gárgulas nos ângulos, com cobertura em falsa abóbada, e de menagem.

 

Castelo de Rodão

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Também referido como Castelo do Rei Wamba, constitui-se numa torre-atalaia, erguida numa escarpa sobranceira ao rio Tejo, sobre as chamadas Portas de Ródão, proporcionando uma vista maravilhosa aos seus visitantes.

Apesar de ser conhecido como o Castelo do Rei Wamba, último grande rei dos Visigodos, há quem defenda que a sua estrutura possa remontar à Invasão muçulmana e deverá ter sido mandada construir pelos templários.

Portugal é um país riquíssimo em história, com monumentos maravilhosos. Saia dos grandes centros e venha conhecer os castelos que se espalham um pouco por todo o país. A região interior centro tem um património histórico que merece e tem de ser visitado!

 

Fontes: wikkipedia, Aldeias Históricas de Portugal, Guia da cidade

Fotografias: Aldeias Históricas de Portugal, Wikkipedia, Guia da cidade, Adrião

 

Mais Castelos:

Acha que merece o Prémio Eduardo Lourenço?

Há que premiar a excelência, valorizar o saber e incentivar à investigação.

É com base nesta filosofia que existem, no país e na região, vários concursos destinados a isso mesmo, premiar a excelência, seja de pessoas ou de instituições. É esse o caso do prémio Eduardo Lourenço, atribuído pelo Centro de Estudos Ibéricos com sede na Guarda e que, este ano, assinala a sua 12ª edição.

Estão, então, abertas as inscrições para este prémio cujo objetivo passa por premiar personalidades ou instituições com intervenção relevante no âmbito da cultura, cidadania e cooperação ibéricas.

Este prémio já foi atribuído a personalidades de relevo nacionais e espanholas como Maria Helena da Rocha Pereira, Professora Catedrática de Cultura Greco-Latina (2004), Agustín Remesal, Jornalista (2006), Maria João Pires, Pianista (2007), Ángel Campos Pámpano, Poeta (2008), Jorge Figueiredo Dias, Professor Catedrático de Direito Penal (2009) e César António Molina, Escritor (2010), Mia Couto, Escritor (2011), José María Martín Patino, Teólogo (2012) e Jerónimo Pizarro, Professor e Investigador (2013), Antonio Sáez Delgado Professor e Investigador (2014) e Agustina Bessa Luís, Escritora (2015).

O prémio tem o valor de 7,500€ e é atribuído por um júri constituído por membros da Direção do Centro de Estudos Ibéricos (Reitor da Universidade de Coimbra, Reitor da Universidade de Salamanca e Presidente da Câmara Municipal da Guarda), e por mais 8 personalidades sendo, este ano, presidido pelo Reitor da Universidade de Salamanca.

As candidaturas são propostas por instituições ou pessoas, acompanhadas do curriculum do candidato e da documentação que os proponentes considerem útil e pertinente para a decisão do Júri e devem ser feitas até dia 11 de abril de 2016. Também os membros do Júri podem apresentar propostas de candidaturas ao Prémio, inclusive, na própria reunião de seleção de candidaturas. As decisões do Júri são tomadas por maioria e não são passiveis de recurso.

Portanto, se acha que merece, ou conhece quem mereça este reconhecimento, envie a sua candidatura, é até 11 de abril!

 

Fotografia: Publico.pt

 

E este conhece?

Dengaz na Semana Académica da Covilhã

Os exames estão aí à porta, mas antes de se entregarem ao profundo estudo durante cerca de dois meses, os estudantes do Superior têm de Festejar, e festejar em grande!

Os Caloiros deixam de o ser e os Finalistas dizem adeus à Academia na Bênção das Pastas. É a Semana Académica, um dos momentos altos da vida em Academia.

cartaz covilha

Na Covilhã preparam-se os trajes e fazem-se os aquecimentos para a Semana mais animada do ano, organizada pela Associação Académica da Universidade da Beira Interior e que arranca no dia 5 de abril com a habitual Serenata no Largo do Calvário. A Serenata é um dos momentos mais especiais para os estudantes e este ano conta com a participação do Grupo de Fados da UBI e com DJ Mamede, num espetáculo aberto a toda a comunidade e gratuito.

No dia 6 a animação aumenta com a Festa da Cerveja e que conta com o habitual Virgilio Faleiro. Ainda nessa noite atuará Insert a Coin, com Joel Rodrigues e João Paulo Sousa do programa Curto-Circuito.

A quinta-feira dia 7 de abril tem como cabeça de cartaz Dillaz e contará com a animaçãoo de DJ Oder e WhiteSoul Project. No dia 8 de abril atuam os Tara Perdida, Dayo e BeatBombers.

Dengaz, Rita Mendes e Putzgrilla serão os senhores (e senhora) que irão fechar a Semana Académica de 2016 na Covilhã. Os preços variam entre os 25€ para sócios da AAUBI, 30€ para estudantes e 35€ para não-estudantes.

A nova janela de Viseu

Quem pretende visitar a região de Viseu tem mais um local onde pode encontrar informação acerca do que ver, visitar ou comer.

Já está online o site www.visitviseu.pt onde os turistas, ou apenas curiosos, podem encontrar informação acerca da cidade e arredores e, assim, ficarem a conhecer melhor a oferta turística da terra de Viriato, inclusive, podem, obter mais informação acerca deste herói Lusitano.

Este é um site muito intuitivo e simples, que reúne informação acerca da Cidade de Viriato, seus cantos e recantos, monumentos e história, havendo, ainda, uma secção dedicada à cidade Vinhateira que é Viseu, não estivesse ela no centro da Região Demarcada do Dão.

Conheça, também, a cidade-jardim com os seus corações urbanos, as suas Ruas com História, Parques Verdes, Jardins e rotundas.

site-viseu

Viseu é uma cidade muito rica em eventos culturais e neste site pode encontrar toda a informação acerca dos principais momentos de animação que a cidade promove ao longo do ano.

Neste site há ainda espaço para conhecer a Viseu moderna e a forma como comunica com o seu público. Há ainda a possibilidade de fazer o download de uma aplicação que lhe permite visitar a cidade em 360o .

Claro que um site acerca da cidade de Viriato não poderia ficar completo sem um espaço dedicado àquilo que pode fazer na cidade com propostas de roteiros para 1, 2 e 3 dias.

Neste site poderá, também, encontrar propostas para dormidas e locais onde pode apreciar a boa gastronomia da região.

Antes de visitar Viseu faça este Tour virtual!

http://heartbeat.pt/ano-oficial-visitar-viseu/

Está aí a Semana Académica de Viseu

Já se começam a preparar as Semanas Académicas dos Politécnicos e Universidades da Região.

Em Viseu a Federação Académica já apresentou o cartaz que vai animar as noites dos estudantes e a cidade entre 23 e 28 de abril.

A aposta para esta XXXII Semana Académica de Viseu vai para a música contemporânea nacional com artistas que enchem os Tops portugueses.

No dia 23 de abril, sábado, dia em que se dá a Bênção das Pastas atuam os D.A.M.A seguidos dos Filhos da Pauta e Dj Jamituh, também neste primeiro dia de Semana Académica terá lugar, à meia noite, a Serenata.

cartaz semana viseu

No Domingo, dia 24, atua AGIR seguido de 7Riots e Dj Peter Sky. O dia 25 de abril tem como cabeça de cartaz Ninja Kore e Dj Master Hugo. No dia seguinte a animação é mais tradicional com José Malhoa a animar os estudantes seguido de TZ Music e Dj andré Flor. No dia 27 de abril atuam Landrick, Dj Primy e Dj The Boss, o último dia está a cargo de Dengaz, Tilhon e Dj Victor Pirez.

A animação promete ser constante no Pavilhão Multiusos de Viseu cartaz semana Viseu.

Transversalidades com inscrições abertas

Já estão abertas as inscrições para mais um Transversalidades – Fotografia sem Fronteiras, o concurso de fotografia promovido pelo Centro de Estudos Ibéricos.

São cinco anos de edições em que a Fotografia é o elemento principal.

Este concurso tem como objetivo promover a cooperação territorial, aproveitando o valor estético, documental e pedagógico da imagem para promover a inclusão dos territórios menos visíveis, inventariar recursos, valorizar paisagens, culturas e patrimónios locais.

Este concurso procura promover a cooperação entre pessoas, instituições e territórios, de aquém e além fronteiras, fomentar a troca de experiências e de conhecimentos entre espaços unidos pela matriz ibérica comum, espalhados por diferentes países de vários continentes.

Outro dos objetivos passa por formar novos públicos e usar as novas tecnologias de comunicação como meio privilegiado de comunicar, apelando à participação de jovens estudantes universitários e, assim, alargar a rede internacional de investigadores que se vai organizando a partir do CEI.

transversalidades

As imagens recolhidas no âmbito deste concurso irão documentar a diversidade de territórios, sociedades e culturas de diferentes continentes, agrupadas nos temas “Património natural, paisagens e biodiversidade”, “Espaços rurais, agricultura e povoamento”, “Cidade e processos de urbanização” e “cultura e sociedade: diversidade cultural e inclusão social”.

O concurso é aberto a todos os fotógrafos profissionais e amadores de fotografia, apelando-se a estudantes que frequentem cursos que tenham afinidades com os temos do concurso (geografia, economia, sociologia, jornalismo, artes, antropologia, geologia, biologia, ambiente, etc…). de modo a valorizar a dimensão estética, a coerência formal, documental e pedagógica da imagem, os concorrentes submeterão as suas candidaturas a uma e só uma das seguintes modalidades: Preto e Branco e Cor.

A candidatura é gratuita e universal, devendo cada candidato submeter entre um mínimo de três e um máximo de seis fotografias num único tema do concurso. Devem ser submetidas eletronicamente, através do sitio www.cei.pt.

As candidaturas estão abertas até dia 31 de maio e os resultados serão revelados até dia 31 de outubro de 2016.

O vencedor absoluto para o melhor portfólio receberá 1500 euros, o vencedor de cada tema receberá 750 euros, sendo atribuídas, ainda, até 12 menções honrosas no valor de 150 euros.

Consulte o site do Centro de Estudos Ibéricos e fique a par de todo o regulamento. Pegue na sua máquina e mostre o que os seus olhos vêm.