CineEco já distribuiu prémios

Já terminou mais uma edição do CineEco, o Festival Internacional de Cinema Ambiental.

O CineEco assinalou este ano a sua XXII edição. Foram cerca de 100 os filmes exibidos entre o dia 8 e 15 de outubro, na Casa Municipal da Cultura de Seia, filmes em competição e em sessões especiais que este ano eram inspirados no tema “Nuclear, não Obrigado!

Durante uma semana Seia foi a capital do cinema ambiental, num Festival onde o Grande Prémio CineEco 2016 foi entregue ao Luxemburguês Pol Cruchten, com o filme A Suplicação-Vozes para Chernobyl.

 

O prémio Antropologia Ambiental coube a Giulio Squarci de Itália com o filme “Os Guardiões da Água. Carnia Revolta-se”. Renee Scheltema, da África do Sul, recebeu o Prémio Educação Ambiental Longas Internacionais com o filme “O normal é mais que um filme” e a Menção Honrosa Longas Internacionais coube a Taggart Siegl e Jon Betz, dos Estados Unidos da América, que trouxeram ao festival o filme “Semente: A História nunca contada”.

Mas mais prémios foram entregues nesta edição, com o Jury Internacional Short and Series and TV reports a atribuírem o Prémio Curta-metragem internacional a Giovanni Ortolani de Itália com o filme “Uma Eco Quinta no Teto do Mundo”.

A Menção honrosa curta-metragem Internacional foi atribuída a Alexandra Marchenko da Russia pelo filme “Espelhadas Montanhas”.

Quanto ao prémio série e reportagem de televisão, o mesmo foi atribuído ao português Jorge Almeida da RTP com “SOS na Ilha de Santa Maria”. A Menção Honrosa – Série e Documentário de Televisão, foi atribuída à portuguesa Sofia Arêde, da SIC, com “As vozes de Chernobyl”.

O prémio Lusofonia foi atribuído a João Leite com “Aquamazonida”, sendo que a Menção Honrosa coube a Paulo Vinhas por “Contrabando”, e a Roberta Bonoldi por “Verde Chorume”. Quanto ao Prémio Lusofonia Panorama Regional, o mesmo foi atribuído a James Ramsay Cameron com “100 Anos de Urgeiriça”.

O Grande Prémio da Juventude foi atribuído a “Furacão” de Cyril Barbancon, Jacqueline Farmer e Andy Byatt,

 

a Menção Honrosa – Júri da Juventude Internacional Longas, coube a Dennis Ratzel com “Terra Preta”, e a Menção Honrosa – Júri da Juventude Internacional Curtas foi atribuído a Mona Maradi com o filme “Respiração”. Houve ainda espaço para a Menção Honrosa – Júri da Juventude Lusofonia atribuído a “Lambari” de Rodrigo da Silva Freitas, do Brasil, e a Menção Honrosa Júri da Juventude Lusofonia Panorama Regional foi atribuído a “O Rio – Parte 3” de Luis Antero e Tiago Cerveira de Portugal.

 

 

 

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